Papa Francisco, materialismo e ativismo

Salomão em Eclesiastes 11:1-6 diz que “os caminhos de Deus são tão misteriosos quanto o caminho do vento, tão difíceis de se descobrir como a maneira pela qual se forma a alma de uma criança no ventre de sua mãe.”

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 A semana do Papa Francisco no Rio de Janeiro (julho de 2013) marcou a nossa história, assim como os protestos de semanas antes. Se a Jornada Mundial da Juventude não tivesse sido agendada há dois anos, até se poderia dizer que ela foi criada para esvaziar os protestos… Curioso, pensar nessa possiblidade. De fato, todos os fatos estão conectados por processos inconscientes.

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Escrevi este texto de hoje, após ter assistido à entrevista do Papa Francisco a Gerson Camarotti, da GloboNews, e em seguida, ao documentário Hashmatsa (Defamation) de Yoav Shamir  sobre antissemitismo no domingo, dia 28 de julho. Começarei o texto mais reflexivo e no final do texto relatarei o que vivi no sábado, dia 27.

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Fui e ainda sou muito crítico em relação a dogmas e religiões, mas também aprendi como é exprimir reflexões e não ser entendido. Palavras para serem compreendidas dependem do emissor e do receptor. Se o receptor não tem boa vontade, e possui uma natural limitação (preconceito, falta de discernimento, medo), nada que é dito serve para entabular uma conversação. Quero crer que estamos em constante crescimento, físico, intelectual e espiritual. E aqui, aprendemos e desaprendemos a toda hora. “Acertamos” e “erramos”.

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Como este é um blog sincronístico, espiritual e não um blog político me atenho à questões mais inconscientes, apesar do momento “revolucionário” que vivemos, com a participação da juventude católica e dos “black blockers”. Será o jovem católico alienado por que mostra a cara e sorri ou mais alienado é o jovem que esconde o rosto e que quebra instituições capitalistas, que ele mesmo usufrui? Estaremos submetidos apenas à “passividade” ou ao “enfrentamento”? Será este mundo apenas preto ou branco?

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Lobbys são parte do processo político, necessários para quem os pratica mas enfadonhos para a massa. Sejam de esquerda, direita, judeus contra palestinos, palestinos contra judeus ou o lobby gay, tanto faz.

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São armas usadas para reforçar o poder, e não “apenas” para construir uma sociedade mais justa. Os interesses dos lobistas são pessoais e nunca coletivos. Você é contra ou a favor do aborto? Você quer ou não que as drogas sejam liberadas? Você é “moderno” ou “antiquado”?

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Liberdade de expressão…

 Li argumentos de pessoas contrárias e a favor da visita do Papa ao Brasil. Estudei a respeito do Estado laico, pesquisei sobre o investimento público para financiar a visita de Francisco ao país. Há razões da lógica, e há as do coração. Uma cena, histórica, me chamou a atenção: jovens católicos fazendo uma barreira na praia de Copacabana para que os black blockers não invadissem a festa de Francisco. Muito simbólico…

Rui Barbosa em 28 de julho de 1921: “Enquanto as revoluções eram políticas tinham praias que as circundavam e lhes punham raias visíveis. Depois que se fizeram sociais (e hoje, sociais são todas), todas beiram esse mar tenebroso cujo torvo mistério assombra de ameaça as plagas do mundo contemporâneo.”

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Não vou à festa para a qual não fui convidado, mas muitos, por questões religiosas e políticas, o fazem. O radicalismo e o fanatismo te impulsionam a isso. Respeito? Desrespeito? Dever?…

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Teria o poderio da Globo (tão criticada durante os protestos) sido usado para favorecer uma religião em detrimento de outras, ou favorecer uma política contra o Estado laico? Me parece que sim. Mas essa é uma guerra antiga pelo poder, sem sombra de dúvidas. Assista à TV aberta à tarde (Band, CNT, Rede TV) e veja que os horários foram comprados pelos evangélicos. Não há liberdade religiosa, não há Estado laico.

Na Globo, à tarde está no ar a reprise da novela espírita O Profeta, uma “religião” com muito menos adeptos do que as evangélicas. Então, percebemos que essa “briga” não é uma questão comercial, pois a Globo ganharia mais apoiando os evangélicos, que em futuro breve serão metade da população brasileira. A Globo apoia a Igreja católica e os espíritas porque do outro lado do cabo de guerra estão, principalmente Edir Macedo, Silas Malafaia e R. R. Soares, que também querem manipular, todos em nome de Jesus.

Do blog do jornalista Ancelmo Góis em 30 de julho de 2013: “A Revista de História da Biblioteca Nacional publicou artigo sobre o crescimento dos Evangélicos no Brasil que foi reproduzido em francês em uma edição da Revista Courrier Internacional: “Enquanto nos últimos 50 anos a população brasileira cresceu 63,2%, o número de evangélicos quase dobrou de tamanho, aumentou 93%. A religião que mais cresce é aquela que resolve os problemas individuais e distribui benefícios imediatos, mas tem pouco a oferecer à sociedade”.”

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Minha formação é católica, sou devoto da Virgem de Fátima, gosto de São Francisco. Tenho imagens em casa, não sou evangélico, mas também não sou católico tradicional pois não me sinto à vontade em missas.

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Desde que vivi meu primeiro fenômeno “não-católico”, abri minha mente, e questionei muitas coisas do catolicismo. A compreensão dos fenômenos depende de questões científicas, assim como da fé de cada um. Porém, também tenho críticas ao espiritismo, aos espíritas, como tenho aos evangélicos e ateus. Ninguém é perfeito. Perfeição não existe. Não existe “verdade”.

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Os anos 90 foram férteis em fazer pensar. Acompanhei a reação jovem católica, os carismáticos há 20 anos. Vi na Rede Manchete, os festivais de rock evangélico promovidos pela Igreja Apostólica Renascer em Cristo (dos pastores Estevam Hernandes Filho e Sônia Haddad Moraes Hernandes) e na Globo, assisti Edson Celulari como Edir Macedo na minissérie Decadência em 1995, mesmo ano do pastor Sérgio Von Helde da Igreja Universal (IURD) chutando a imagem da Nossa Senhora Aparecida porque era aniversário dela (12 de outubro), porque era uma imagem e porque era… negra.

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“Há 05 canais de TV evangélicos, 05 canais católicos, dados de 1999. Há 271 rádios evangélicas, 180 rádios católicas. Dados para o ano de 1999. 80% da programação religiosa na TV brasileira é evangélica. Em 2001 havia a exibição de 90hs/semana de programas religiosos (fonte: Alexandre Brasil Fonseca, em Evangélicos e Mídia no Brasil; Associação Brasileira de Editores Cristãos (ABEC), Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas (ABIEE), Fundação Perseu Abramo e Site Louvornet.com). No Congresso Nacional há uma agremiação chamada FPE – Frente Parlamentar Evangélica, formada por deputados e senadores eleitos de diversas igrejas.” (A ascensão da mídia evangélica – uma (mútua) interferência política, econômica e tecnológica. Heinrich Araújo FONTELES).

 Li muitos livros de autoajuda e esotéricos. Vários me foram muito úteis. Porém um dia tive um insight, após reouvir que o Brasil era atrasado porque católico (religião que “criminaliza” o dinheiro) e não materialmente evoluído como os Estados Unidos, que cresceram com conceitos como “livre mercado”, “capitalismo” e viés evangélico e ou judeu que associam o lucro e o sucesso material ao sucesso espiritual (23,9% da população norte americana é de católicos romanos, 16,1% de ateus e 51,3% de protestantes). Certo dia, compreendi que livros como “O Segredo” foram escritos por americanos, porque para eles a concepção de ganho material é a sua própria religião. Não falo que dinheiro não é bom, apenas compreendi que usar o seu poder mental para obtê-lo é uma forma egóica, que não te torna um ser humano melhor.  Só mais materialista.

 Voltando aos dias de hoje, o único testemunho que posso dar é que, graças a Deus, estamos vivendo tempos novos, revolucionários. Sejam eles, compreensíveis ou não. E toda mudança é boa, quando vem do coração e é claro, cumpre o seu papel de tornar melhor a vida da população.

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 Assim como vários, simpatizei com a eleição de um Papa franciscano e latino americano. Mas mesmo assim, as perguntas prosseguem: teria Sua Santidade sido eleita por causa do declínio do catolicismo? Teria ele apoiado a repressão militar e a ditadura na Argentina? De fato, essas questões são importantes, mas neste exato momento, e neste (con)texto a questão é dignamente humana e pessoal. Quanto ao Papa, como muitos, eu o admiro como pessoa, teólogo e político. Também não acredito em “homens”, mas não perdi 100% de esperança. Resolvo minhas questões sem depender do Papa, mas gosto que ele exista.

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No sábado, dia 27, após a melhora de uma retornada gripe (ou virose) que me derrubou mais uma vez, decidi dar uma voltinha até o início de Copacabana,  por volta de 17h para comer meu querido hamburger de soja na Francisco (olha só.. FRANCISCO!) Otaviano, mas a loja estava fechada. Comi uma salada de frutas e dei uma olhada na rua, nas pessoas, vi como estava o movimento. Defronte ao Forte de Copacabana, às minhas costas um grupo de quatro jovens cantavam canções mariachi (e muito bem por sinal). O clima estava eufórico, mas como sempre, em tudo ao que se refere ao Rio de Janeiro, “exótico” para dizer o mínimo. Vi duas representantes de biquíni da marcha das vadias e um senhor negro que passou atrás de mim, meio bêbado e com ódio, conversando com ele mesmo, dizendo que tudo aquilo era racismo… Por perto, um outro senhor sentado em uma motocicleta, na verdade em um triciclo, todo enfeitado com filas de leds azuis, uma monstruosidade de mal gosto, atraía jovens, com o mesmo mal gosto, que sentavam no banco ao lado do motorista para tirar fotos.

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Não havia propriamente uma “multidão” em frente ao Forte de Copacabana, mas sim um bom número de pessoas, o que permitiu que chegasse bem perto da avenida da praia. Repentinamente, surge um Papa Móvel com o… Papa que acenou a todos sob a luz de refletores das câmeras. Fiquei feliz de estar ali, vendo a história viva, fosse por “acaso”, “coincidência”, ou “sincronicidade”. O fato é que me senti bem ao ver o Papa, que emanava um bom astral, claro que “iluminado” pela histeria e pelos refletores. Pensei nos milhares de peregrinos, há horas e dias, passando “aperto” nas ruas para ter um vislumbre de Francisco, o Papa Pop. E acima de tudo pensei no coração dos missionários em busca de reforço a sua fé. Certamente, Francisco é um Papa que tem uma missão difícil: recuperar valores de honestidade e simplicidade, dentro e fora dos muros do Vaticano, em meio a este mundo materialista.

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Palavras de Francisco:

 “Deus está nos pedindo mais simplicidade.”

 “Gays não devem ser marginalizados, mas integrados à sociedade.”

 “Nosso povo exige a pobreza de nossos sacerdotes. Exige no bom sentido, não pede. O povo se ofende quando pessoas consagradas se apegam ao dinheiro.”

 “Não gosto do jovem que não protesta. O jovem gosta da utopia e utopia nem sempre é ruim.O jovem tem mais energia para defender suas ideias, porém os jovens devem se cuidar para não serem manipulados.”

 “Maria é mais importante que os apóstolos.”

 “Sejam revolucionários.”

 “É mais fácil ouvir uma árvore cair do que um bosque crescer.”

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A Sincronicidade PAPAL II

Julho de 2013, o Papa Francisco dos católicos está no Brasil para a Jornada Mundial para a Juventude. Ao ler as notícias, vi qual era o lema da JMJ e recordei de um fato sincronístico e inusitado, ocorrido há 5 anos.

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Em junho de 2008, eu fazia a produção de um programa de rádio no prédio da extinta Revista Manchete no Rio de Janeiro. O prédio era tombado e como tal, não poderia receber certas reformas necessárias, o custo benefício ficaria desigual e transferiram a rádio para uma sede moderna, com um equipamento melhor em Niterói.

— Você acredita que estou sentindo que hoje é o meu último dia aqui? Acho que na próxima vez farei o programa em Niterói – comentei com uma locutora.

— Sabe o que eu gostaria de fazer hoje? – perguntei a ela.

— O quê? – a locutora perguntou.

— J.K., o ex-Presidente da República não tinha um escritório aqui? Gostaria de visitá-lo antes que seja tarde.

— Converse com o porteiro. Ele tem a chave – a locutora deu a dica.

O porteiro, que não se mostrou muito simpático à ideia, pois só havia ele para tomar conta da portaria, explicou que para chegar ao escritório teríamos que fazer uns “atalhos”. Pedi encarecidamente, com o coração, que ele me ajudasse, expliquei que era meu último dia lá (sem ter certeza) e ele acatou. O porteiro subiu comigo até o último andar do prédio. Lá de cima, caminhamos por uma pequena passarela do lado externo do edifício, da qual víamos o chão lá embaixo, 12 andares sob os nossos pés.

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Depois dessa travessia, chegamos a um outro bloco, descemos por uma escada enferrujada na lateral de um prédio para alcançar o outro; nos abaixamos para entrar em uma sala de máquinas no escuro para em seguida subirmos uma elegante escada interna que dava acesso ao andar desejado. Ele procurou com um certo receio a chave da porta, entre dezenas de outras, como se pensasse em me convencer a não entrar no local.

— Você está com medo?, perguntei.

— Não, claro que não. É que o pessoal fala…

— Fala o quê?, perguntei intuindo a resposta.

— Teve um funcionário que desistiu de trabalhar aqui, porque viu um fantasma…

Após fazer o comentário, ele abriu a porta e se colocou de lado. Ele não entrou. Eu sim.

O escritório permanecia o mesmo há 3 décadas, como foi deixado no último dia de trabalho do ex-Presidente Juscelino Kubitschek em agosto de 1976. Próximo à janela, uma enorme prancheta ainda mantinha os decanos avisos escritos à mão perto das venezianas fechadas. No outro canto, uma mesa com papeis, dedicatórias de personalidades nacionais e internacionais, uma caneta-tinteiro, uma pequena Bíblia e um sofá para as visitas. Como eu me considerava visita, mesmo sem ter sido convidado, me sentei no sofá para meditar um pouco. O porteiro permaneceu de pé com seu uniforme azul escuro junto à porta em posição de sentido. Lhe pedi que me deixasse em silêncio durante alguns minutos. Ele atendeu, mas com o semblante de quem estava vendo fantasmas. A vibração no escritório ainda era muito vigorosa e palpável. Pude conhecer uma parte da essência daquele homem através dos resíduos de sua alma, plainando naquele local.

Levantei-me e sem pudores, vistoriei a mesa do Presidente. Ao lado de uma pequena Bíblia, havia alguns versículos datilografados em páginas amareladas com anotações feitas a lápis. Especialmente uma delas me chamou a atenção: Marcos 16, versículo 15. Anotei e deixei a sala. Acreditei que havia achado o que procurava.

Assim que alcançamos o térreo, agradeci ao porteiro com gratidão. Realmente aquele havia sido o último dia que eu colocaria os pés na rádio. Ao chegar em casa verifiquei qual era o significado do versículo de Marcos, “O Sepulcro Vazio, A Ressureição”. Era uma frase única de Jesus, que encerrava uma lista de versículos e capítulos: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda a criatura.”

O lema da Jornada de 2013, é curiosamente similar ao que “recebi” no escritório do Presidente em 2008. Dessa vez não é Marcos, mas Mateus, 28, versículo 19, ao citar a fala da pregação de Jesus na Galiléia aos discípulos: “Ide, fazei discípulos de todas as Nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.”

Este blog é um exemplo do que fiz a partir de 2008: me movimentar e contar o que vivo (“ide e pregai”); repartir com todos os amigos e leitores os fenômenos ou eventos sincronísticos que vivencio.

As sincronicidades não são exclusividade de um grupo seleto de escolhidos. Esses fatos (como digo são fatos, não criações) pertencem a todos, mas eles espelham o seu grau de compreensão e sua percepção do que é importante para você e do que você chama de realidade, a mesma que você cria, que inclui a sua zona de conforto, a sua crença, os seus conhecimentos e as suas alienações.

O que sinto, literalmente, não só com a  vinda do Papa, mas com as passagens da Bíblia abordadas neste texto, é que o ciclo de aprendizado dessa última meia década chega ao fim, para que outro se inicie, como um passo dado após o outro. Sempre em frente, mesmo aos tropeços, lá vamos nós.

Tudo é vitória, mesmo que não pareça.

A Sincronicidade Papal.

Escrevo em um momento no qual as sincronicidades se sucedem de forma ininterrupta, quase que afogando toda e qualquer possibilidade de neutralizá-las. Tão fortes são, que fazem o favor de referendar toda racionalidade e de refutá-las paralelamente. Significa que as duas energias pretensamente opositoras (luz e trevas) estão em paz, harmônicas, em profunda compreensão de si mesmas. Esse é um grande sinal, um símbolo de esperança, e de grandes mudanças prestes a acontecer.

Mesmo que muitos leitores não estejam vivendo o que relato aqui, sinto que todos os que sintonizarem com a fonte-mater – até mesmo porque estão aqui -, viverão os fenômenos em pouquíssimo tempo. E por que, digo isso? Porque há marcas externas, visíveis, palpáveis do inconsciente coletivo em ação, agindo no plano material. Quando a história externa referenda a interna, é porque já emergiu.

É importante frisar que a energia se expressa em aceitação e não-aceitação, leveza e não-leveza. Os elementos se fundem e dissociam. Percepção imediata de fenômenos espaço-temporais.

Fatores externos:

 1 – O Papa renunciou. Não há nada mais simbólico: o Papa falou em deixar o “mundo de vaidades” para viver isolado.  Alguns aguardam a chegada do Papa “negro” de Nostradamus, que pode não ser etnicamente negro, mas alguém que trará a “escuridão” ou que a antecipe.

2 – Às 17h25 de sexta dia 15 de fevereiro, um asteróide, símbolo imemorial de grandes mudanças, do tamanho da metade de um campo de futebol, passa a 27 mil quilômetros da Terra, uma distância considerada bem pequena. Asteróides e meteoros são símbolos mágicos desde a antiguidade.

3 – Ocorrerá um aspecto astrológico chamado Stellium (conjunção múltipla) em Peixes, com Netuno, Quíron, Marte, Lua, Sol em Mercúrio, todos em Peixes entre 10 e 12 de março. Peixes é o signo do entendimento espiritual, da iluminação, da prisão, da destruição (ou da autossabotagem), da confusão e do desconhecido, dependendo de como as suas energias são usadas. “Há um foco intensamente espiritual que ou desafia a nossa humanidade ou nos capacita a nos alinharmos plenamente com a nossa divindade”.

Fatos diários:

Já havia escrito que quando encontro com algum “buscador” com quem tenha intimidade ou se estivermos em busca de respostas inconscientes, a dupla de amigos somatiza as energias, que se avolumam e quantificam-se, em termos de mecânica quântica mesmo. Ficamos mais sintonizados e isso nos proporciona o acesso ao tempo futuro. E um futuro próximo.

O que pensamos se materializa no minuto seguinte. Se você foca a sua mente em algum assunto continuamente, se foca em um aspecto, não há lucro, mas perda de tempo, perda de energia, pois coloca-se o ego, as vontades pessoais acima do “acaso”, do livre viver. A energia sincronística não é para ser pensada, reforçada, mas para ser deixada em paz para que ela flua.

Desde o início do ano, percebemos que através de simples diálogos, frases naturais saídas do “nada”, comentadas entre pessoas com energias afins, os pensamentos m,ais inusitados se materializam, em poucos minutos, ou no máximo em poucas horas e o “descarrego” é impactante, tipo um-atrás-do-outro.

O fenômeno mostra que a nossa percepção extrassensorial está sendo aprimorada, como um gigantesco e ilimitado arquivo de respostas disponível para os interessados na forma de um www espiritual que acessamos inconscientemente. As respostas nos dão esperança, nos fortalecem e nos preparam para os dias vindouros.

1 – Vemos o futuro próximo com bastante facilidade e leveza através de simples ideias que nos ocorrem.

2 – As nossas falas se concretizam fisicamente através do veículo que estiver mais à mão, na maior parte dos casos à sua frente, na rua ou em casa, através de um computador ou TV.

3 – A percepção desse “futuro” envolve links com o passado distante que se reconectam no presente. Atemporalidade.

No final de janeiro vivi 5 dias seguidos com tantas mas tantas sincronicidades, como nunca havia vivido antes. Foi fascinante. Nesta semana, a semana do Papa, praticamente quase tudo o que falávamos ou pensávamos, sem muita substância deu as caras. Dois dias de pensamentos sem qualquer sentido, entre outros mais profundos, se materializaram na TV. E como isso acontecia? Eu zapeava pelos canais, sem qualquer lógica, apenas obedecendo uma “vontade”, a uma “sensação” de “vou parar por aqui”… A cada canal uma sincronicidade, uma materialização. Uma fala dita horas antes, se transformava em fato na TV; ao mudar para outro canal o mesmo acontecia com outro pensamento. Foram mais de 30 materializações, das mais singelas às intrincadas, na sequência. Para mim, um recorde.

Não há como listar todas as sincronicidades, esse é apenas um curioso resumo do resumo…

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Lembramos de artistas do passado – recente – esquecidos neste mundo de famosidades. E lembrei de Sandra Bréa, de como a Globo deu-lhe algum espaço, ou pontas em novelas para ela ganhar um dinheiro extra, durante a doença. Falamos de aids e preconceito… Uma amiga usou o termo “sumida”, “defenestrada”, e o termo mais louco: “invisível”… Comentei como seria legal se o Canal Viva exibisse o programa musical da Sandra Bréa. Horas mais tarde, La Bréa surgiu em uma micro-ponta de novela, sem falas, sem olhar diretamente para a câmera, totalmente “invisível”…

Na semana passada, uma “intuição” me “aconselhou” a comprar no supermercado, o molho importado Heinz assim que o vi. Nunca me interessei pela marca, nem gosto de molho. Hoje, no dia que posto este texto vejo no noticiário que um grupo de empresários brasileiros comprou a… Heinz.

Um amigo querido tem uma relação pessoal muito especial com a cidade de Laguna. Assim que liguei a TV, caí no canal NGT, que exibe filmes  dos anos 30 e 40. No primeiro segundo, em um filme americano preto e branco surgiu uma boate com o nome Laguna. Esse amigo mora próximo a Vila Isabel, a Vila ganhou o carnaval do Rio.

À tarde ouvi uma música do Queen na rua, mas estava tão distante que tive que prestar bastante atenção. Zapeando vi o Amin Khader falar sobre o Freddie Mercury no Rock In Rio 1985.

Comentei sobre a história do Morro da Conceição. Um dia depois na TV, vi parte de um documentário sobre o morro da…

Fui com um amigo ver uma exposição sobre desenhos animados. Vimos um trecho de um filme mudo em preto e branco sobre o navio Lusitânia afundado pelos alemães na primeira guerra. Vi no telão, que um grande desportista da época chamado Vanderbilt (Alfred Gwynne Vanderbilt /1877 – 1915) havia morrido no naufrágio. Lembrei do disco dos Wings – de Paul McCartney – com um tema com o mesmo nome. Me perguntei se poderia ter sido uma inspiração nascida dessa história, pois o Lusitânia havia partido do porto de Liverpool (terra dos Beatles). O mais incrível é que uma amiga descobriu que o tal Vanderbilt, que morreu no Lusitânia, teve uma intuição de não entrar no Titanic, intuição essa decidida tão em cima da hora de partir, que o nome Vanderbilt saiu na primeira lista de mortos do Titanic, isso sem ter morrido. Na TV, falaram que o filme Titanic será relançado (acho que foi isso que ouvi) em 3D.

Em uma exposição, vi a roupa do Marechal Deodoro da Fonseca. Na mesma semana, em um programa de TV que gosto, o personagem era o Marechal…

Brindamos o ano novo. Na rolha da bebida havia números e símbolos. Imagine que seu nome é Carlos Lopes e sua idade, 50 anos. Na parte superior da rolha estava escrito C.L. 50.

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Estava triste. No mesmo instante, uma amiga enviou uma foto feita em um supermercado com uma fila de Coca-Colas – que eu adoro – com meu nome.

Em uma praça, um menino, com menos de 5 aninhos, chamava o pai. A criança estava atrás de mim. O pai não aparecia e ele continuava a gritar: Pai! Pai! O pai apareceu – de saco cheio – e perguntou, o que foi. O menino apontou para o espaço à frente e disse aqui, aqui. O menino apontava para o chão, à altura dos olhos dele, como se visse algo. O pai ergueu o filho, colocou-o no ombro e o levou de volta, dizendo “não há nada aqui meu filho”. O menino, nas costas do pai, sem que ele visse, olhou para mim e acenou, rindo, como se nós dois víssemos algo que ninguém enxergava.

Falei sobre uma raça de cachorro que eu gostaria de ter. O cão passou com a cabeça de fora, na janela de um carro, um minutinho depois, latindo em minha direção.

Às 22h vi que seria exibido um filme na TV que poderia interessar a um amigo. Digitei mensagem de texto o avisando. Antes que terminasse o meu texto, chegou uma mensagem dele me avisando sobre o filme.

Vi na casa de uma amiga uma reprodução de um quadro de Bosch. Dias depois, liguei a TV e começou a ser exibido um documentário sobre o quadro.

Falei sobre Dom Quixote e os seus moinhos de vento. Um pouco depois, zapeando deixei em um canal de TV. Pouco depois, passou um documentário sobre moinhos de vento. Em seguida comentamos como Carmem Miranda, como a sua “figura” anda sumida do carnaval. Em um programa “nada a ver”, surgiram três “figuras” animadas, uma delas a Miranda.

Um desconhecido veio falar comigo na rua. A tatuagem dele era a mesma do filho de uma amiga que estava ao meu lado.

Assisti a um documentário sobre uma posse presidencial, ocorrida no prédio da Biblioteca Nacional em 1922. Horas depois, uma amiga perguntou se eu poderia levá-la à Biblioteca Nacional…

Pope Benedict XVI waves as he leads the Sunday mass during his one day pastoral visit to the Italian southern city of Lamezia Terme

Por fim, comentei com amigos sobre  minhas renúncias atuais, de como me sentia e para coroar o que sentia, na mesma semana, o Papa Bento XVI renunciou… Acrescente-se a tudo isso um dado lembrado pelo teólogo Leonardo Boff: “Bento XVI é (…) um especialista em Santo Agostinho. Eu nasci no dia 28 de agosto, o mesmo dia e mês que Santo Agostinho “renunciou” à vida. O Papa Bento XVI renuncia em fevereiro no dia… 28.

O próprio Boff antecipou a renúncia – ou a desejou – na mesma entrevista para a revista IstoÉ em abril de 2010: “O papa, para o bem dele e da Igreja, deveria renunciar.”

A história do Papa negro tem início na profecia de São Malaquias que se referia “A glória da oliveira”, uma provável referência  à ordem da São Benedito, cujo símbolo é a oliveira e cujo santo, São Benedito, é negro. São Benedito nasceu no dia 31 de março, data de nascimento do meu único irmão.

 A centúria I, quadra 43 de Nostradamus:

 “Antes que advenha a mudança de império

Virá um caso bastante maravilhoso

 A fortaleza mudada, o pilar da rocha

Mas transmutado sobre o rochedo negro.”

 O Império = Igreja Católica, O caso maravilhoso = a renúncia do papa, A rocha = o primeiro papa, a primeira “pedra” é Pedro, A fortaleza que mudará = o pilar da rocha (papa) é o Vaticano, A rocha sendo transmutada = a mudança de papa, O rochedo negro = o papa negro.

 As Profecias de São Malaquias foram escritas depois de uma viagem a Roma, onde São Malaquias – nascido em 1094 na Irlanda –  foi recebido pelo Papa Inocêncio II. São compostas por 111 divisas em latim, correspondente a 111 pontificados, a contar do Papa Celestino II até ao último Papa. Foram publicadas pela primeira vez em 1595, na obra Lignum Vitae, pelo chamado Monge de Pádua, que também se intitula profeta e, ao que parece, as teria acrescentado, tais divisas prevêem fatos relacionados com cada um dos 111 pontificados (incluindo os 10 pontificados dos antipapas, do século XII a XV).

De acordo com as profecias, Bento XVI seria o penúltimo Papa da Igreja Católica Romana. Sobre o Papa que virá após Bento XVI, São Malaquias escreveu:

In persecutione extrema S.R.E. sedebit Petrus Romanus,

qui pascet oves in multis tribulationibus,

quibus transactis civitas septicollis diruetur,

et Iudex tremêndus iudicabit populum suum.

Finis.

O que pode ser traduzido por:

então Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano,

que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências,

sendo que então, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída

e o formidável juíz julgará o seu povo.

Fim.

A esta divisa, o Monge de Pádua colou as seguintes palavras apocalípticas:

Na suprema desolação do mundo, reinará Pedro Romano, último Pontífice de Deus verdadeiro. Roma criminosa será destruída e o Juiz tremendo julgará, triunfante, todos os povos.

 

Grandes Enigmas da Humanidade

 

Em busca de respostas, a humanidade tem esculpido há séculos a grande pedreira que une razão, ciência, ficção e superstição. A resultante nem sempre tem agradado, porque no final das contas, “todos queremos acreditar”, como se precisássemos desesperadamente preencher a nossa alma com o inexplicável, como se o mito fosse o único elemento capaz de perpetuar os nossos próprios desejos de galopar o impossível.

Por isso toda explicação racional nem sempre é bem-vinda.

E mitos existem aos montes, aos milhares, há séculos e quanto mais inexplicáveis, mais apaixonantes se tornam.

Grandes Enigmas da Humanidade

Grandes Enigmas da Humanidade (360 páginas – capa dura) lançado pela Larousse oferece uma boa parte dessas explicações. A capa dessa enciclopédia de mistérios exibe uma das famosas “áreas de pouso” para discos voadores em Nazca ao sul do Peru. Será? O livro descarta a hipótese ufológica e prefere assentar as explicações nas palavras dos arqueólogos que acreditam que os desenhos se referem a equinócios e solstícios ou a um calendário meteorológico, mas em compensação logo depois, o livro inclui a declaração do chefe do FBI, Edgar Hoover de que o exército havia “cravado as unhas” nos “discos recuperados” e que por causa disso, não lhe davam pleno acesso à informação.

 

Escrito por diversos autores franceses, e obviamente focando muitos fatos ocorridos na França (há um capítulo inteiro pra essa tarefa: os ancestrais franceses), a obra se divide em 12 capítulos: Entre mito e ciência; os mistérios da Bíblia e do cristianismo; O significado oculto revelado; Nas garras do diabo; No centro dos fenômenos paranormais; Criaturas e animais extraordinários; Nos segredos das língua, dos povos e das culturas; Construções misteriosas; Mistérios da história da França, Pretendentes e impostores; na sombra da história e Dramas modernos.

Assuntos, os mais variados, são tratados de forma objetiva e em alguns casos, para eventos inexplicáveis, o texto apresenta as teorias. Diferentemente de livros do gênero, o Enigmas trata, também, de polêmicos assuntos da história europeia.

Maias

A obra discute se o modelo inacabado do big bang ainda serve com explicação para a origem do universo; se a panspermia (hipótese da vida na Terra ter nascido de organismos extraterrestres) referenda a vida como consequência da queda dos meteoritos (muitos ricos em carbono e água); se houve o dilúvio como descrito na Bíblia e quem a escreveu (o século XVII o filósofo Baruch Spinoza questionou racionalmente a origem dos textos sagrados) e se há explicações plausíveis para os prodígios do livro sagrado (ressureição, travessia do Mar Vermelho, as dez pragas do Egito); os manuscritos do mar morto; onde realmente fica o túmulo de Cristo (que se trataria de um arcosolium, uma mesa encimada por um arco abobadado, sobre o qual se depositava o cadáver); onde ficava o reino do padre João Presbítero, um soberano cristão que havia derrotado os muçulmanos em 2 dias em 1141; onde fica de fato a sepultura de São Pedro; se o Sudário de Turim é real (exames feitos em outubro de 1978 detectaram vestígios de sangue do grupo AB); se houve um papa mulher; quem era o conde de Saint-Germain, figura que encantou Paris entre 1758 e 1760 (uma interessante história conta que o duque de Choiseul, que o detestava, contratou Gauve um comediante para se passar pelo conde e que contava a todos que havia bebido com Alexandre, o Grande; comido nas bodas de Canaã e que conhecendo pessoalmente Jesus o alertara sobre uma morte abominável, o que ao invés de ridicularizar Saint-Germain, o fez mais famoso); fala sobre os rosa-cruzistas; astrologia, profecias e adivinhações feitas no passado; Nostradamus; Nicolas Flamel e a pedra filosofal; Cagliostro e a franco-maçonaria egípcia; Mesmer e a hipnose; a confraria secreta, a Liga da Corte Sagrada que julgava todo tipo de delitos e que impunha suplícios atrozes aos réus no fim da Idade Média; as bruxas de Salém; os comedores de múmias (os europeus chegaram a  consumir múmias em pedaços, como se fosse remédio, na forma de uma pasta escura e como pó desde o fim da Idade Média até o século XVI).

As pirâmides que vos contemplam

O fantasma de Ana Bolena; combustão espontânea e o poltergeist (espíritos batedores); a premonição sobre o fim do Titanic antecipada em detalhes pelo escritor norte-americano Morgan Robertson catorze anos antes (Robertson escreveu sobre o “maior navio já construído pelo homem”  e nomeou-o Titan); as mesas girantes das irmãs Fox e o médium voador Daniel Dunglass Home no final do século XIX; a experiência de invisibilidade feita com um escoltador da marinha americana na Experiência Filadélfia em 1943; Gilles de Rais, marechal da França aos 25 anos e companheiro de Joanna D´Arc executado pelos crimes de homicídio, magia negra e sodomia em 1440; casos de crianças criadas por animais; o Yeti, o homem das neves; sereias, lobisomens e vampiros; a incompreendida língua etrusca; os intocáveis na Índia; foram os bascos salvos do dilúvio?; as Amazonas; a torre de Babel; onde se localizava a Atlântida; os alinhamentos de Carnac (o caminho formado por menires isolados poderiam ter sido vários observatórios?); Stonehenge (apesar das divergências entre astrônomos e arqueólogos, a precisão dos locais de  megálitos  é muito grande para ser obra do acaso); as estátuas da ilha de Páscoa (mil delas, os moais, habitam na ilha; as pirâmides (o primeiro ocidental a penetrar na grande pirâmide no Egito foi o coronel britânico Howard Vyse em 1830, que abriu os corredores obstruídos com dinamite); o desaparecimento dos maias (o ápice da sua civilização se deu entre 625  a 800 d.C.); os reis franceses poderiam curar com o toque de suas mãos?; os cátaros (reencarnacionistas e “heréticos”, massacrados pela Santa Inquisição no século XIII, acreditavam que o mundo foi criado pelo demônio); Napoleão foi envenenado com arsênico?; a dançarina holandesa Mata Hari fuzilada na Primeira Guerra em 1917 espionava para os inimigos alemães? (como ninguém reclamou o corpo, após o fuzilamento, foi entregue à faculdade de medicina para dissecação); o misterioso Kaspar Hausar que ficou trancafiado 16 anos em uma casa no século XIX poderia ter sido filho de Stephanie de Beauharnais, filha adotiva de Napoleão?).

Objeto não identificado

Joana d´Arc escapou da fogueira? (com a cabeça coberta por uma mitra que a deixava irreconhecível, muitos acham eu a verdadeira Joana não foi queimada em 1431);.o czar russo Alexandre I teria sumido e assumido a personalidade de um vagabundo chamado Fedor Kusmitch?; os mistérios de Nefertite (Semenkhare, o faraó co-regente seria Nefertite?); Ramsés III foi assassinado por suas mulheres?; Tutancâmon e os 27 mortos que participaram direta e indiretamente da abertura de sua tumba; a guerra de Troia realmente aconteceu?; Homero existiu?; os fenícios estiveram na América do Sul? (mais exatamente na Paraíba, dois mil anos antes da descoberta do Brasil); Nero pôs fogo em Roma?; o Rei Arthur existiu?; a filha de Nicolau II sobreviveu ao massacre da família real russa?; Hitler era influenciado por sociedades secretas?; o que aconteceu com o cadáver do führer?; por que assassinaram Kennedy?; os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos foram forjados?