Operação Espiritual e Fim do Mundo – um testemunho.

Muito se fala do fim do mundo em 2012.

 Vivi meu primeiro fim do mundo em 1999 e também minha primeira operação espiritual conduzida por entidades, anjos ou extraterrestres, tanto faz. Chame-os como você preferir após ler meu testemunho.

 Desde cedo, sentia um certo desconforto devido ao noticiário – prioritariamente internacional – sobre o eclipse de 11 de agosto de 1999, data em que haveria um eclipse que só seria visível plenamente em partes da Europa. No Brasil não veríamos nada, mas estávamos conectados à moda do fim dos tempos e para complementar muitos ainda achavam o Brasil o fim do mundo. Diziam que Nostradamus havia predito o fim dos fins para esta data. Como tudo que vem do primeiro mundo vira notícia rapidamente, os meios de comunicação não falavam em outra coisa.  Muitos tinham certeza que o mundo iria acabar. A TV preencheu o tempo ocioso com tolas reportagens sobre o que as pessoas fariam se o mundo chegasse ao fim…  Enquanto ouvia piadas sobre as consequências nefastas do eclipse, ficou claro que as chacotas encobriam o medo dos que não acreditavam.  Nada, absolutamente nada deveria alterar o rumo normal de suas vidas, mas meu íntimo dizia que o fenômeno celeste seria algo muito especial.

    Acordei em 11 de agosto de 1999 com um enjôo inexplicável, até mesmo sem vontade de tomar o café da manhã.  Entrei no carro de um amigo para ver o ensaio dele ao final da tarde. O hálito da gasolina e do estofado de couro sintético infestavam o ar do veículo e eu fiquei ainda mais enjoado.  Entrei na sala de ensaios, não comi ou bebi nada. Comecei a sentir algo maior do que um enjôo na região umbilical.  Tentei disfarçar o mal-estar, que beirava o insuportável. Agradeci internamente o término do ensaio, 2 horas depois e ainda sofri fisicamente na carona de volta à casa, gentilmente oferecida.  Me esforcei para dissimular a dor que subia às vísceras. Ao descer na porta de casa, senti-me menos ser humano e mais um projeto de grávida aos oito meses. As pontadas e chutes que vinham de dentro faziam tremer as paredes do corpo.  A dor se alastrava, como se uma febre repentina houvesse dominado a última das resistências. Nem caminhar em linha reta era possível.  Entrei em casa torto pelo excesso de dor.  Uma tristeza infinita tomou conta de mim, fazendo das lágrimas testemunhas de uma dor maior do que a meramente física.  Possivelmente era na alma.

   Minha mãe estava na sala, assistindo TV. Ela notou meu estado, perguntou algo, mas se satisfez com a resposta mentirosa, na verdade preocupada em não preocupá-la.

Os sons que vinham da TV estavam estranhamente mais nítidos, com os agudos mais agudos e os graves, tremendo o chão. Curioso, como minha mãe nada ouvia de diferente, só eu. As imagens estavam com cores esfuziantes, de tons cítricos, que doíam os olhos. Tudo aquilo me incomodava demais. Me ergui, passei a rodopiar por todo o apartamento como se qualquer interrupção pudesse despencar o meu corpo ao chão. Repentinamente, fiquei paralisado, olhando fixamente para uma fotografia dos meus pais sobre a mesa. Com um misto de surpresa e susto, percebi que meu pai estava mais desfocado em relação à mãe. Ainda assustado com a descoberta do que deveria ser considerado um fato banal – na verdade, a foto até ontem estava em foco -, senti meu corpo ainda mais entorpecido, como se tivesse ingerido qualquer alucinógeno.  Pensei na possibilidade de ter bebido algo suspeito. Nada… Essa explicação não colava.

Pedi licença e fui me deitar. Quem disse que adiantou algo? O enjôo era maior ainda, eu me virava na cama e não conseguia dormir. Decidi voltar à sala, uma meia hora depois. Estava tudo às escuras, minha mãe fora dormir. Voltei ao sofá da sala e liguei a TV. Nem me passou pela cabeça descer para a rua, ela me pareceria inexpugnável demais. Mas o que antes parecia ruim, ficou pior ainda: além dos sons ultra-equalizados e as cores excessivas da TV, os sons da rua pareciam estar no meio da sala. Ouvi uma conversa entre 2 mulheres e cada uma de suas palavras com clareza. Eu resido em uma rua principal de uma cidade grande no quarto andar do qual se pode ouvir o ruído das máquinas sufocadas, dos elevadores em movimento, da eletricidade sob o solo, mas não uma conversa clara, a não ser que fosse gritada. Incomodado, me dirigi à janela e vi as duas conversadeiras e um cachorrinho há 2 quarteirões (ou quadras) de distância. Ali, jogado contra a parede, percebi que meus sentidos estavam excitados: via tudo melhor, ouvia melhor e me sentia diferente. Surpreso, voltei ao sofá e para minha surpresa, assisti ao ambiente metamorfosear-se: o teto encheu-se de vida e se curvou sobre mim.  As paredes e o teto se comprimiram arredondadas, exatamente quando ajustamos as extremidades da tela de um computador.  Me senti acuado, mas não senti medo. Paralisado durante algum tempo, consegui mover-me para além daqueles centímetros, após minutos passados como uma estátua humana. Desse ponto em diante, nada mais me parecia natural, os sentidos haviam se alterado e a percepção trazia surpresas impressionantes.  Uma voz não falada sugeriu que fosse me deitar. Um coro de passarinhos cantava sem parar, em plena madrugada.  Uma orquestra fantasma de sinos passou a ecoar em minha cabeça, vozes de muito longe eram ouvidas com proverbial clareza, pensamentos perdidos na rua eram captados sem censura, em um frenesi de mentes e sensações que iam simplesmente chegando, mais e mais, entrando sem permissão. Os sons chegavam claros e audíveis. Já deitado, meu corpo não encontrou descanso: foi submetido a uma sequência de puxões, como se uma corda invisível o puxasse para o alto, gritando para que o meu espírito se libertasse. A cabeça e os pés ficavam nos mesmos lugares, mas o meio do corpo teimava em voar, provocando uma situação muito desconfortável.  “Por que isso está acontecendo?” perguntava, com certeza de que alguém estava me escutando, mesmo que não soubesse quem.

   A cama rangia de dor com as pancadas firmes contra o estrado, enquanto o meio do corpo alçava vôo, apesar da teimosia da cabeça e dos mesmos pés que, inconformados, permaneciam colados à cama. “Eu quero ficar aqui. Não quero ir embora!”, insisti que era necessário continuar onde estava, no meu mundo, e que não me interessava visitar outros. Minha mente confusa raciocinava como dois personagens se digladiando em divergência de julgamentos.  Após uma batalha desleal em posse do corpo, insisti e consegui esboçar uma reação, levantando-me, mas voltei a ser puxado à cama.  Conformado e entorpecido, obedeci à nova ordem de ficar de bruços, enquanto sentia uma energia, assumindo a forma de um tubo, sugando algo de dentro do meu corpo: era uma cirurgia espiritual. Palavras parecem incapazes de descrever uma situação como essa. Uma espécie de consciência externa sussurrou-me que eram doenças e algumas dores da alma que estavam me abandonando. Estavam me prestando um auxílio. Pediram-me que eu deitasse de barriga pra cima. Através de uma das narinas, outros males foram sugados pela luz em forma de um canudo translúcido.  Em seguida, mais deficiências foram expelidas pela outra narina. Pude ver uma luz transparente, como uma ponte luminosa saindo do meu nariz. Apesar do efeito de uma anestesia sem nome, percebi que não estava sozinho no quarto. Ao virar levemente a cabeça para o lado direito (não pude virar a cabeça muito, não conseguia. Apenas esticava o olho), pois no lado esquerdo estava a janela, vi um grupo de pessoas no canto direito da cama, de túnicas brancas e com os braços estendidos, comandando o show de luzes. Os “canudos” luminosos saíam das palmas de suas mãos para me curar, tudo em extremo silêncio. Os ruídos da minha mente e da rua haviam cessado. Surpreso, ainda consegui vislumbrar, por uma fração de milionésimo de segundos – que só os equipamentos fotográficos mais rápidos poderiam acessar – que havia quatro pessoas no quarto com fontes de luz que saíam das palmas de suas mãos, tocando-me por toda a extensão do corpo. Todos vestiam túnicas brancas. Lembro nitidamente de uma mulher loura de cabelos até o ombro; de um senhor com barba grisalha bem cortada e bigode, de uma outra mulher que não lembro de suas feições e de um extraterrestre da raça conhecida como “cinza”. Esse me chamou a atenção, pois era o último à minha direita, próximo aos meus pés. Apesar do receio inicial, já não se fazia necessária nenhuma resistência, pois o que havia começado há horas, com um ensaio enjoado, aparentemente estava chegando ao fim. Os sentimentos estavam emaranhados, mas não poderia acreditar em uma experiência que fosse perversa.  Senti e acreditei que estava em boas mãos. Talvez o medo tivesse que ser controlado por uma necessidade maior. Como saber? As “amarras” que prendiam meu corpo foram soltas assim que a operação terminou. Houve um silêncio mais silencioso, súbito, calmo, regenerador. O quarto pareceu ter ficado mais escuro, mas o ambiente estava higienizado, tudo na maior tranquilidade. Nenhuma presença no local. Apenas paz e silêncio. Foi-me dado o direito de voltar à sala, o que fiz sem pestanejar.  Claro que, anestesiado pelo impacto, cambaleei, ainda sem compreender o inusitado e a razão daquilo tudo, mas ficou evidente o quanto forças invisíveis interagem em nossas vidas.

   Na manhã seguinte lembrei-me das notícias sobre o eclipse. A maioria encarou o eclipse como uma brincadeira. Um excepcional e desconhecido matemático riscou no céu conjunções e oposições de Saturno, Júpiter, Mercúrio, Lua, Sol e Marte em conflitos e alianças. Não poderia ser autossugestão, nem coincidência o que acontecera comigo na hora do eclipse. Eu não poderia ser o único a ter passado por isso. Talvez tivesse influenciado muito mais pessoas em todo o mundo, mas todas mantiveram-se, estranhamente, caladas. Nenhuma nota em jornal, nenhum comentário. Uma boa quadra de Nostradamus que não se cumpria, e todos sentiram-se aliviados. “Ele errou! Nostradamus é uma farsa! Só o mundo visível é real!”, ouvi e sorri. Mas como se diz, os cães ladram e a caravana passa. É sempre necessário ver para crer? que nos cerca de dúvidas até que chegue o derradeiro momento da revelação. Os maiores estudiosos só decifram a charada após a profecia ter se cumprido e tem sido assim há séculos.  Quando não se realiza, metade suspira aliviada, metade faz pouco caso.

    Assim que amanheceu, fui caminhar para refletir sobre o ocorrido. Em muitos rostos pude reconhecer que eu não fôra o único a passar por uma experiência paranormal.  Quando nossos olhares de desconhecidos se cruzaram, era nítida a impressão de que conseguíamos traduzir nossos códigos de contactados nas pupilas. Operados, abduzidos ou o que quer que fosse, imediatamente suas vistas se desviavam da minha, por medo de serem descobertos, pelo medo do ridículo de se assumirem diferentes.  Era um segredo trocado por nossos olhares, que não poderia ser revelado.  Não era de bom tom perguntar por tais coisas a desconhecidos.  Meses depois, conversando com alguns mais próximos, certifiquei-me de que eu não havia sido o único – mesmo – a compartilhar tais experiências.  Certamente, aquela havia sido uma das noites mais estranhas em minha vida.  Uma madrugada para se refletir por anos.

A SINCRONICIDADE DO 11 DE SETEMBRO

 

Menina morta em tiroteio no Arizona no dia 8 de janeiro nasceu no fatídico 11 de setembro.

Uma das seis vítimas do ataque deste sábado (8 de janeiro de 2011) no Arizona, Christina Taylor Greene, de 9 anos, teve uma vida curta marcada pela tragédia já em seu nascimento, em 11 de setembro de 2001.

Segundo a imprensa local, os pais da menina viram o nascimento de Christina como um sinal de esperança em meio à tragédia que os Estados Unidos viveram após os ataques contra o World Trade Center, em Nova York, e o Pentágono, em Washington.

Segundo seu pai, John Green, a menina era esperta e engajada e tinha sido escolhida recentemente como a presidente do conselho estudantil da escola, o que despertou nela um interesse pela política.

“Era muito boa falando em público. Eu a via facilmente se dedicando à política”, disse seu pai à imprensa.

No sábado, ela decidiu ir ao ato da congressista de seu estado, Gabrielle Giffords, quando foi atingida por um dos disparos do jovem de 22 anos, que deixaram seis mortos e 13 feridos, entre eles a própria legisladora, que se recupera de uma cirurgia.  A menina também ficou ferida no ataque, mas morreu no hospital.

Segundo sua mãe, Roxanna Green, Christina “só queria ajudar as pessoas e se envolver com os assuntos que a interessavam”.

“É muito trágico. Foi ao ato porque queria aprender, mas alguém com muito ódio em seu coração decidiu tirar a vida de pessoas inocentes”, declarou.

“Era uma menina forte. Uma boa atleta e nadadora. Ela se interessava por tudo. No Natal, ganhou de presente um violão. Ela queria aprender a tocar”, disse a mãe.

A menina procedia de uma família de jogadores de beisebol. Seu avô, Dallas Green, disputou grandes ligas, e foi diretor do Philadelphia Phillies.

A equipe do time expressou suas condolências à família de Christina pela “morte trágica”.

(Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/01/09/menina-morta-em-tiroteio-no-arizona-nasceu-no-fatidico-11-de-setembro.jhtm)

Grandes Enigmas da Humanidade

 

Em busca de respostas, a humanidade tem esculpido há séculos a grande pedreira que une razão, ciência, ficção e superstição. A resultante nem sempre tem agradado, porque no final das contas, “todos queremos acreditar”, como se precisássemos desesperadamente preencher a nossa alma com o inexplicável, como se o mito fosse o único elemento capaz de perpetuar os nossos próprios desejos de galopar o impossível.

Por isso toda explicação racional nem sempre é bem-vinda.

E mitos existem aos montes, aos milhares, há séculos e quanto mais inexplicáveis, mais apaixonantes se tornam.

Grandes Enigmas da Humanidade

Grandes Enigmas da Humanidade (360 páginas – capa dura) lançado pela Larousse oferece uma boa parte dessas explicações. A capa dessa enciclopédia de mistérios exibe uma das famosas “áreas de pouso” para discos voadores em Nazca ao sul do Peru. Será? O livro descarta a hipótese ufológica e prefere assentar as explicações nas palavras dos arqueólogos que acreditam que os desenhos se referem a equinócios e solstícios ou a um calendário meteorológico, mas em compensação logo depois, o livro inclui a declaração do chefe do FBI, Edgar Hoover de que o exército havia “cravado as unhas” nos “discos recuperados” e que por causa disso, não lhe davam pleno acesso à informação.

 

Escrito por diversos autores franceses, e obviamente focando muitos fatos ocorridos na França (há um capítulo inteiro pra essa tarefa: os ancestrais franceses), a obra se divide em 12 capítulos: Entre mito e ciência; os mistérios da Bíblia e do cristianismo; O significado oculto revelado; Nas garras do diabo; No centro dos fenômenos paranormais; Criaturas e animais extraordinários; Nos segredos das língua, dos povos e das culturas; Construções misteriosas; Mistérios da história da França, Pretendentes e impostores; na sombra da história e Dramas modernos.

Assuntos, os mais variados, são tratados de forma objetiva e em alguns casos, para eventos inexplicáveis, o texto apresenta as teorias. Diferentemente de livros do gênero, o Enigmas trata, também, de polêmicos assuntos da história europeia.

Maias

A obra discute se o modelo inacabado do big bang ainda serve com explicação para a origem do universo; se a panspermia (hipótese da vida na Terra ter nascido de organismos extraterrestres) referenda a vida como consequência da queda dos meteoritos (muitos ricos em carbono e água); se houve o dilúvio como descrito na Bíblia e quem a escreveu (o século XVII o filósofo Baruch Spinoza questionou racionalmente a origem dos textos sagrados) e se há explicações plausíveis para os prodígios do livro sagrado (ressureição, travessia do Mar Vermelho, as dez pragas do Egito); os manuscritos do mar morto; onde realmente fica o túmulo de Cristo (que se trataria de um arcosolium, uma mesa encimada por um arco abobadado, sobre o qual se depositava o cadáver); onde ficava o reino do padre João Presbítero, um soberano cristão que havia derrotado os muçulmanos em 2 dias em 1141; onde fica de fato a sepultura de São Pedro; se o Sudário de Turim é real (exames feitos em outubro de 1978 detectaram vestígios de sangue do grupo AB); se houve um papa mulher; quem era o conde de Saint-Germain, figura que encantou Paris entre 1758 e 1760 (uma interessante história conta que o duque de Choiseul, que o detestava, contratou Gauve um comediante para se passar pelo conde e que contava a todos que havia bebido com Alexandre, o Grande; comido nas bodas de Canaã e que conhecendo pessoalmente Jesus o alertara sobre uma morte abominável, o que ao invés de ridicularizar Saint-Germain, o fez mais famoso); fala sobre os rosa-cruzistas; astrologia, profecias e adivinhações feitas no passado; Nostradamus; Nicolas Flamel e a pedra filosofal; Cagliostro e a franco-maçonaria egípcia; Mesmer e a hipnose; a confraria secreta, a Liga da Corte Sagrada que julgava todo tipo de delitos e que impunha suplícios atrozes aos réus no fim da Idade Média; as bruxas de Salém; os comedores de múmias (os europeus chegaram a  consumir múmias em pedaços, como se fosse remédio, na forma de uma pasta escura e como pó desde o fim da Idade Média até o século XVI).

As pirâmides que vos contemplam

O fantasma de Ana Bolena; combustão espontânea e o poltergeist (espíritos batedores); a premonição sobre o fim do Titanic antecipada em detalhes pelo escritor norte-americano Morgan Robertson catorze anos antes (Robertson escreveu sobre o “maior navio já construído pelo homem”  e nomeou-o Titan); as mesas girantes das irmãs Fox e o médium voador Daniel Dunglass Home no final do século XIX; a experiência de invisibilidade feita com um escoltador da marinha americana na Experiência Filadélfia em 1943; Gilles de Rais, marechal da França aos 25 anos e companheiro de Joanna D´Arc executado pelos crimes de homicídio, magia negra e sodomia em 1440; casos de crianças criadas por animais; o Yeti, o homem das neves; sereias, lobisomens e vampiros; a incompreendida língua etrusca; os intocáveis na Índia; foram os bascos salvos do dilúvio?; as Amazonas; a torre de Babel; onde se localizava a Atlântida; os alinhamentos de Carnac (o caminho formado por menires isolados poderiam ter sido vários observatórios?); Stonehenge (apesar das divergências entre astrônomos e arqueólogos, a precisão dos locais de  megálitos  é muito grande para ser obra do acaso); as estátuas da ilha de Páscoa (mil delas, os moais, habitam na ilha; as pirâmides (o primeiro ocidental a penetrar na grande pirâmide no Egito foi o coronel britânico Howard Vyse em 1830, que abriu os corredores obstruídos com dinamite); o desaparecimento dos maias (o ápice da sua civilização se deu entre 625  a 800 d.C.); os reis franceses poderiam curar com o toque de suas mãos?; os cátaros (reencarnacionistas e “heréticos”, massacrados pela Santa Inquisição no século XIII, acreditavam que o mundo foi criado pelo demônio); Napoleão foi envenenado com arsênico?; a dançarina holandesa Mata Hari fuzilada na Primeira Guerra em 1917 espionava para os inimigos alemães? (como ninguém reclamou o corpo, após o fuzilamento, foi entregue à faculdade de medicina para dissecação); o misterioso Kaspar Hausar que ficou trancafiado 16 anos em uma casa no século XIX poderia ter sido filho de Stephanie de Beauharnais, filha adotiva de Napoleão?).

Objeto não identificado

Joana d´Arc escapou da fogueira? (com a cabeça coberta por uma mitra que a deixava irreconhecível, muitos acham eu a verdadeira Joana não foi queimada em 1431);.o czar russo Alexandre I teria sumido e assumido a personalidade de um vagabundo chamado Fedor Kusmitch?; os mistérios de Nefertite (Semenkhare, o faraó co-regente seria Nefertite?); Ramsés III foi assassinado por suas mulheres?; Tutancâmon e os 27 mortos que participaram direta e indiretamente da abertura de sua tumba; a guerra de Troia realmente aconteceu?; Homero existiu?; os fenícios estiveram na América do Sul? (mais exatamente na Paraíba, dois mil anos antes da descoberta do Brasil); Nero pôs fogo em Roma?; o Rei Arthur existiu?; a filha de Nicolau II sobreviveu ao massacre da família real russa?; Hitler era influenciado por sociedades secretas?; o que aconteceu com o cadáver do führer?; por que assassinaram Kennedy?; os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos foram forjados?

O Fim do Mundo Para Todos Nós

 

O mundo acabou e vem acabando em meu coração, no meu dia a dia, há um bom tempo. Quando digo “mundo” separo o joio do trigo, não alardeio catástrofes, mas não digo que elas não ocorrerão, pois pior do que uma catástrofe natural é  a catástrofe diária de cada um de nós, do egoísmo tido como qualidade e a falta de amor entendida como um bem.

 

A Roma de Cada Dia

 

Escolho as prioridades entre a razão e a emoção, sobre o que é verdadeiramente importante nessa vida e não sobra muita coisa. Todos queremos comer bem, viver bem, pagar um bom plano de saúde e ser bem atendido, mas isso não é nada se você é um ser mesquinho e apequenado.  Amor (não digo sexo, e nem o amor das multidões) está sempre em primeiro lugar, é o top da lista das prioridades, mas não é apenas o amor sexual por uma pessoa, é muito mais do que isso, envolve verdade e respeito.

A lista do que não me diz nada é longa, mas o que importante citar agora é que tudo é uma questão de valores. É sempre útil avaliar o seu próprio comportamento com o máximo da razoabilidade. Não adianta alardear algo, dizer que os políticos são corruptos sem lembrar que você faz parte do povo, não adianta defender a natureza, a sustentabilidade e não comer carne se você é egoísta, egóico, pequeno, mentiroso, paranóico, amedrontado. As palavras podem ser duras, mas também é duro pensar que a Amazônia pode acabar e que o egoísmo humano pode continuar com ou sem floresta. Por isso o mundo “acabou” em meu coração, pois vivemos de falácias, aparências, palavras vazias. Para mim, chega. Mas o meu mundo está firme e forte, sobrevivendo como pode, entre risadas e escorregadas. Desistir jamais.

 

 

Bomba, Granada, Mundo, Todos Nós

 

O meu primeiro ciclo de “acabar com o mundo” ocorreu há dez anos e mais recentemente há 4 e agora nos últimos 2. Parece que o tempo está sendo fracionado e pelo andar da carruagem o próximo ciclo, ou o atual, será de um ano, depois meio e finalmente: bummmmmm! Pelo menos é o que sinto. Não quero me precipitar e dizer que o “bum” significa liberdade pessoal. Pois o que é liberdade para alguns é prisão para outros. Falo de fatos e não de fenômenos e se o faço, é por confiar no que estou vivendo, para quem estiver nessa sintonia. O fim do mundo já ocorreu e está ocorrendo (ou como dizem nossos patrícios lusitanos: “a ocorrer”) e não nego que não sinto falta do que se vai.

Entre 1999 e 2001, quando houve a promoção de uma determinada data sobre o fim do mundo na imprensa, citando Nostradamus, não dei muita importância ao fato, apenas achei curioso. Na data exata, à noite vivi várias experiências bem estranhas, primeiro comecei a me sentir enjoado, em seguida meus sentidos de audição, visão e percepção ficaram muito alterados e não consegui dormir porque minha mente ouvia mil pessoas falando juntas. Passei a madrugada tentando relaxar, mas depois que ouvi claramente o que duas mulheres falavam há 2 quarteirões da minha janela, não deu mais. Minha cabeça ficou a mil. Na manhã seguinte, o telejornal do meio dia fez uma matéria jocosa com populares que debochavam: “É.. O Mundo não acabou.” Eu olhava a TV e pensava: “Pode não ter acabado para você, mas para mim certamente ocorreu algo.”
A partir dessa experiência, meus gostos e necessidade foram mudando, meio atropeladamente, como se fosse tudo para ontem. Mudei muita coisa externamente, várias internamente, mas ainda não era o suficiente. Durante o processo fui entendendo, a duras penas, que o meu ritmo estava muito acelerado, e que o externo não acompanhava o interno, tive que controlar minha ansiedade e foi bem difícil. Você imagina o que é esperar dez anos para resolver algumas coisas, que se deseja resolver em um ano e não se sabe como… ou não se tem coragem suficiente.

 

 

Nasce o Sol no Deserto

 

Nos últimos dois anos, a coisa tem se tornado mais serena, porque um ciclo de sincronicidades – sobre o qual já conversamos antes – se manifesta quase diariamente, me ofertando sustentação psicológica (desculpe se o termo está mal empregado) para as várias crises que enfrentei, a maior delas o desencarne da minha mãe, com quem eu era muito apegado. Os fenômenos de dez anos se transformaram em sincronicidades, que amenizam a minha ansiedade bastante, não findaram com ela, mas as sincronicidades me dão mais certeza do que está ocorrendo. Sinto que é realmente necessário e benéfico. Isso já é uma boa coisa. Se antes eu pedia a Deus que me mandasse alguma prova de que havia uma conecção entre espírito e matéria, interno e externo, para me dar mais segurança dessa aliança, como se necessitasse testar minha fé, hoje essas respostas surgem sincronísticamente, muitas vezes de maneira jocosa, como o telespectador da TV há dez anos.

 

 

Nostradamus Secreto

 

E o que essas pequenas histórias significam? Que há sim, um processo em andamento, que acabou de comemorar uma década de vida para mim, um processo de mudança radical interna, palpável. Não consultei videntes, oráculos e nem estudei o meu mapa astral/natal, apenas observei, como um cientista da alma que comprova que o fim do mundo ocorreu, que o mundo anterior se diluiu em sua própria falta de necessidade de existir, que já ocorreu e está ocorrendo. Não me sinto com mais de 40 anos hoje, não me reconheço como a pessoa de antes que reparte o corpo em comum comigo. Me sinto comemorando 4 aninhos, ou talvez dois, ou talvez 1 ou talvez bummmmmm!

Tenho certeza de que vamos ouvir falar muito brevemente de um fim do mundo coletivo, mas esse já nos chegará como um fato ocorrido e não como uma novidade. Não estou contando nada de novo.