DEUS está na sua cola.

As sincronicidades fluem contínuas e suas “caudas” se estendem por dias, meses, anos, dimensões.

A vivência que relato hoje já foi comentada em uma postagem anterior, mas após o último mês  houve a continuidade do seu efeito.

No dia 21 de outubro houve uma ativação mundial, que é uma mentalização feita na mesma hora por centenas/milhares de pessoas, para torná-la mais poderosa. A ativação coletiva ocorreu no horário do Rio de Janeiro, onde resido, às 22h. Antes eu havia ido à casa de uma amiga. Lá, ela me encheu de livros para eu trazer para casa. Insisti que não queria pois estava chovendo, mas ela queria se livrar deles e me encheu de livros grandes e pequenos, foi como que os arrancando das prateleiras e jogando em meus braços. Peguei um saco plástico, os coloquei dentro e voltei para casa. Estava chovendo muito. No ônibus, já na metade do meu bairro, um amigo da cidade de Manaus me liga às 22h, hora da ativação, sem que nem eu e nem ele soubéssemos de nada. Ele me contou que decidira se mudar para o Rio por causa de um insight poderoso. Como ele trabalha em banco, só teria que pedir transferência.

Durante a ligação, descobri que estava no ônibus errado, saltei e vim caminhando debaixo de chuva por uns 6 quarteirões/quadras. Ele ficou comigo falando ao celular, como que nos “ativando”.

O amigo ligou durante a ativação e estava chovendo. Chuva sempre é um sinal poderoso para mim.

Esse amigo vai morar no apartamento de uma amiga tambem de Manaus que há um ano reside no Rio. O amigo de Manaus pediu a um gerente de uma agência carioca do Banco do Brasil, que é amigo dele, para que arrumasse uma vaga por aqui.

O gerente perguntou – Você tem onde ficar?
Meu amigo disse – Ficarei na casa de uma amiga no condomínio X.
O gerente – Mas como assim? Eu moro no condomínio X!!!

Depois dessa história, sem qualquer relação, decidi pesquisar na internet sobre Eckhart Tolle, pois havia ganho um livro dele em meu aniversário. Achei um vídeo no qual ele entrevistava o escritor Donald Walsh de Conversando com Deus, de quem nunca havia ouvido falar. Quem havia postado o video com legendas em português no YouTube foi a mulher do técnico de gravação do último CD que gravei, há três meses! Como assim?, me perguntei. Que mundo pequeno!

Me interessei pelo Walsh e baixei o filme e os livros de Conversando com Deus. Nem sei o porquê, e sem relação alguma, mas peguei o tal do saco plástico dos livros da amiga, lembram? Quando mexi neles, encontrei um Conversando com Deus, em espanhol! O único livro “místico” que havia entre eles.

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Conversas diárias com DEUS.

Não conduzo minha vida, quem a conduz é DEUS.

Não me rendo perante às dificuldades, mas me sinto muitas vezes cansado. Nessas horas, lembro de uma grande amiga que diz: “Entregue e Confie”. Essa é uma grande verdade: entregar-se é um ato de total confiança no bom “julgamento” do destino. Entregar não significa desistência, mas confiança de que o resultado vindouro será o melhor para todos.

Confiança ilimitada seria excesso de confiança? Nós somos os piores julgadores de nós mesmos: ou nos excedemos em elogios e críticas aos “outros”, ou nos desmerecemos. E como saber de que “lado” estamos, se Deus, afinal de contas, é por todos, pois somos todos filhos Dele? Essa é uma questão que frequentemente volta à baila. Talvez, o julgamento de “certo” e “errado” não nos pertença, nem a juízes, nem às leis. Até mesmo por uma questão de sobrevivência mental e cultural da “espécie” nos apegamos a esses julgamentos: de que os “outros” são maus e nós “bons”. E isso gera dos pequenos aos grandes conflitos mundiais. Mas não somos todos filhos de Deus? E Deus tem filhos maus? Será que ele mesmo não deixa com que nós mesmos, e nossas energias resolvam a questão, sem qualquer ingerência? Isso posto, sem julgamentos sobre a fé, religião, ou filosofia que você segue.

Na maior parte do tempo, eu confio.  E o tempo, como senhor da razão, me mostra as falhas e as decisões corretas após alguns anos, às vezes décadas. Não vejo o dia-a-dia como rotina, pois espero, e realmente ocorrem, tantas surpresas, que cada dia tem o seu próprio espectro de variáveis. E todas nos conduzem a tomar decisões e essas escolhas nos levam a novas experiências, para que possamos viver ainda mais novas e mais amplas oportunidades. Enquanto agradeço a DEUS, por estar de pé de novo, aproveito e renovo a esperança no amanhã para viver o hoje com intensidade sincronística. Literalmente, o melhor a fazer é confiar.

O ato da entrega te submete todinho à ação do “acaso”, que “por acaso” não tem nada de “acaso”.

2013 será um ano de colheita do que foi plantado em 2012 e até bem antes, décadas inclusive. O que foi plantado neste ano estava escrito, ou “pré-plantado”. Sempre esteve “aqui”, como consequência de decisões tomadas anteriormente, no “ontem”, “hoje” e “sempre”. Desejo, sinto,pressinto e quero que minha vida mude radicalmente em 2013. A energia que habita meu corpo precisa de mais espaço, talvez de um “novo corpo”.  Necessito que o que foi plantado se manifeste intensamente. Segui o fluxo da vida, me atirei de cabeça e segui confiante. Nada tenho a temer. Nada tens a temer. “Entregue e Confie!”.

Suas decisões são regidas pelo medo? Pela mágoa? Por fraqueza ou pelo desejo de ser o dono da situação?

Perdoe, reze, mentalize e agradeça pelas conquistas e “fracassos”.  Agradeça pelos conflitos e desafios, pelos amores e pelas dores. Depois, e com a devida compreensão, libertado das amarras, você renascerá.

Repórter: “Devemos conversar com DEUS o tempo todo? Dê um exemplo do que você quer dizer com isso.”

Donald Walsh: “Você nunca pegou um telefone para ligar para alguém e essa pessoa já estava na linha? Ao dirigir, nunca pensou que nada faz sentido na sua vida e na rádio toca uma  música que fala diretamente a você? Ou quando uma pessoa entra em sua vida, aparentemente do nada, e você fica pensando como pôde viver sem ela? Tudo isso é DEUS.”

Donald Walsh, autor do livro Conversando com Deus.

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O seu mundo é uma criação mental.

Essa é um dos segredos das sincronicidades: elas se manifestam porque você as cria. Elas piscam como faróis, para que você mesmo “se” avise qual é a melhor decisão que o seu próprio Eu, ou o seu DEUS interno já escolheu. O Deus interno tudo vê e percebe sem amarras, enquanto você vê e julga. Mas o absurdamente incrível dessa história é que uma escolha sua pode ser derivada de decisões de terceiros, quartos e quintos espalhados pelo mundo, que não se sabe o por quê, têm ligação contigo, inconsciente. O resultado de uma ação, mesmo sem intenção, de um desconhecido afeta diretamente a sua vida porque estamos todos ligados através do tempo-espaço. Essa conecção misteriosa te conduz à real felicidade.

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Pai, cão e filho.

Contarei alguns casos, uns de 2008 e outro da semana passada.

Havia um personagem, menino, na série de TV, LOST, chamado Walt que conversava com bichos e pressentia coisas. Discutindo com o pai, Walt reclamou: “Você nem sabe o dia em que eu nasci!”. E o pai respondeu: “Claro que sim, foi em 28 de agosto!” Bem, 28 de agosto é o dia e mês em que nasci. Tomei um susto. O garoto era uma espécie de sensitivo. Como um epissódio de um seriado escrito há anos fala comigo HOJE de uma data que se relaciona contigo, no exato momento em que essa pessoa (eu) estava disponível em frente a TV? Isso provaria algum determinismo?

Logo depois ocorreu outra sincronicidade na mesma série: O personagem Hurley foi conversar com uma taróloga em busca de respostas. Quando ela abriu o jogo de cartas, era o mesmo jogo que eu tenho, um tarot especial, diferente dos tradicionais. Só tinha dois jogos em casa e um deles era esse.

No início de 2008, faltava 250 ou 300 reais para saldar uma dívida. O cheque que eu havia depositado iria bater sem fundos. No dia seguinte, de manhã, quando tiro o extrato, estava tudo bem, a conta zerada sem dívidas! O dinheiro que faltava surgiu do “nada”. Fui checar dias depois e era o pagamento de direitos autorais feitos naquele exato dia. Esses pagamentos podem levar até mesmo um ano para acontecer – se acontecerem. No outro dia, eu só tinha 60 reais para pagar 2 contas e depois de quitá-las, ficaria sem “nada”. Após pagá-las, decidi ir à uma casa lotérica. Reparei que os números da dupla sena eram os mesmos que eu sempre jogava: eu tinha ganho 60 reais, exatos.

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Neste final de semana, em novembro de 2012, tive que fazer uma prova em outro bairro. Ao procurar o endereço, me deparei com uma sequência de três ruas muito significativas: Coração de Maria, Getúlio e José Bonifácio, a última no bairro de Todos os Santos (obs: mesmo que por brincadeira, pensemos que não era apenas UM santo, mas TODOS juntos!).

José Bonifácio.

Como já escrevi em outras oportunidades, estudo muito a história brasileira, principalmente a partir da chegada da Família Real ao Brasil em 1808. José Bonifácio foi uma personagem histórico de fundamental importância, inclusive para a nossa Independência. Retornei a esse bairro da prova, após quase 2 décadas. Eu frequentava na própria rua Coração de Maria, ou próximo a ela, um dos núcleos da Gnose no início da década de 90. E em 1996, como já relatado neste blog, vivi uma experiência com a Nossa Senhora de Fátima em Portugal.

Coração de… Maria.

Caminhando em direção à rua, meu irmão me liga para dizer que estava em uma praçinha com a filha e que acabara de ouvir um pai chamar o filho: Gael! Esse é o nome do meu filho, recém-nascido. Parecia um ótimo sinal. E no trajeto à José Bonifácio, uma pessoa acena e se aproxima. Era um músico, que não via há tempos.

“Nem acreditei que fosse você. Eu moro nesta rua. Que coincidência! Acho que a gente não se vê há 8 anos.”

Senti que o encontro não havia sido à toa e aguardei por alguma intuição. Contei para ele que estava de volta à rua após quase duas décadas e acrescentei que havia sido pai recentemente. Contente, ele me apresenta a esposa. Começo a  sentir a intuição mais forte, quase pulsando, e após um preâmbulo sobre “coincidências” e Deus (eles disseram que são evangélicos) olho bem nos olhos dela e pergunto: “Você está grávida, não é?”

Ela se assusta um pouco, e confirma: “Há 2 meses… Como você sabe?”

“Nos reconhecemos após tanto tempo, porque estamos em sintonia e só poderia ser por causa da chegada de crianças em nossas vidas. Esse é o poder de Deus”, respondi.

É preciso convicção para dizer essas coisas, certamente. Só não acrescentei à questão, a pista do número 28, uma constante em minha vida.

2 meses de gravidez e 8 anos sem ter encontrado o “futuro” papai.

Obs: Havia me esquecido: a sala da prova era D208

Somos Especiais.

Anteontem perdi na rua, documentos, não muito importantes, mas os perdi. Não os retive conscientemente nas mãos e eles se foram. Não me senti culpado ou inconsequente, apenas percebi a falta deles e os procurei, mas não os vi mais. Se foram porque se foram, simples. Mas graças a DEUS, essa perda me alertou – mais uma vez – e me intuiu que é preciso focar. O mundo não pode e nem conseguirá me derrotar. O único responsável pela derrota sou eu.

O recado foi dado: preciso reduzir as tarefas. Não é uma questão de ter ou não prazer em fazê-las, é mais simples: administração da própria vida, para quando surgir o imponderável, que eu consiga administrá-lo, sempre sob as graças de DEUS. Cumprir nossas obrigações de peito aberto, para alcançarmos mais entendimento e completude.

O budismo nos orienta a não nos envolvermos em questões que não nos pertencem, que são alheias à nossa realidade. Isso não nos torna menos humanos, mas mantém o foco em nossas missões para que completas, possamos auxiliar a quem quer que seja, dentro de nossas possibilidades. E nunca fazendo pelos outros o que eles não fazem por si mesmos. Para minha geração, “não se envolver”  era uma atitude alienada, mas hoje espiritualmente tenho outra visão, bem diferente.

Por exemplo, eu não assisto muita TV; não escuto rádio; não sei o que está na parada de sucessos; não conheço os novos atores das novelas; não uso muita rede social na internet e não acompanho o noticiário. De certa forma, me alienei do mundo mas não perdi quase nada. DEUS nos fornece as experiências necessárias, não precisamos procurá-las: o que nos pertence virá até nós. Não se preocupe.

O que não te serve cai de podre, dá espaço a coisas boas e realizações em todas as áreas.

Minha vida hoje é muito melhor do que a de 2 anos ou de 4 anos atrás. Muitas das coisas que conquisto hoje tiveram inicio em fatos e escolhas lá atrás. Tudo é consequência de escolhas, de como você percebe e valoriza o mundo.

Mas somos especiais em um grupo de especiais.

As pessoas que têm a mesma faixa vibratória se encontram para terem experiencias conjuntas que prenunciam uma mudança coletiva externa de grande alcance.

Estou cansado não nego, do convivio com pessoas que não me acrescentam nada.
E o que faço? Peço à Consciencia Universal que me apresente as pessoas com as quais devo ter experiências fundamentais para o nosso crescimento. É o que tem ocorrido comigo há 2 anos, há apenas 2 anos.
Antes minha vida era outra, era bacana, mas diferente, hoje não me serve mais, eu tinha noção do que queria mas era “noção”… Hoje está cada vez mais claro.
As peças do jogo foram postas à frente e eu jogo.
O jogo está em andamento e as energias se adequando.
Estou focando em objetivos pontuais.

Hoje não posso mudar radicalmente algumas situações para melhor, mas mentalizo que o Universo me inspire para tomar as decisões certas e libertar nossos karmas, nos unirmos em prol do bem e do amor.

Neste dezembro de 2012 farei a faxina das faxinas de toda uma vida.

E sinto em todo o meu Ser, que o momento chegou para todos nós.

A SINCRONICIDADE FRANCESA.

Há algumas semanas ouço reclamações das mães dos meus alunos sobre um determinado colégio carioca, tanto pelo valor da mensalidade como pelo ensino a desejar. Os filhos já estão fazendo provas para outros colégios e fica claro que 2013 separará amiguinhos de turma e os lançará em uma das grandes experiências da vida.

O curioso sobre a sincronicidade é menos a sua previsibilidade, e mais a sua percepção “muito própria” da “realidade”. A sincronicidade nos propõe que não há passado, presente e futuro. Einstein acreditava em uma linha contínua que unia passado e futuro, decerto uma visão cartesiana. Hoje poderíamos imaginar essa “continuidade”, não como um continuum espaço-tempo, mas como “realidades paralelas”. A realidade que escolhermos será a que se manifestará.

Semana passada comprei uma revista sobre as Invasões Francesas. Subtítulo: “Planos secretos, conquistas e fracassos”. Estava dando continuidade sincronística a um fato ocorrido há algumas semanas e abrindo as portas para mais sincronismos.

Hollande e Dilma

Nós, os brasileiros, e ainda mais os cariocas e os maranhenses, têm uma forte ligação com a França, vide a fundação da França Antártica em 1555 na Baía de Guanabara e da França Equinocial no Maranhão em 1596. Documentos históricos provam que o rei Luís XIV (1638-1715) autorizou que corsários furtassem embarcações e ocupassem os portos de nações inimigas, no caso, Portugal. O rei francês desejava conquistar o Rio de Janeiro em 1762 e cá estabelecer um vice-reinado francês no Brasil e quase ninguém sabe disso.

Síncroni

Há pouco mais de um mês, saí com um amigo e uma amiga francesa, que conheci há pouco tempo. Ela é da Córsega, terra de Napoleão. Curiosamente, a primeira francesa que conheci é da terra do corso, que indiretamente, muito influenciou a história do Brasil. Fomos a um bar de rua e sentamos do lado de fora. Nesse encontro, ganhei de presente um boneco de extraterrestre, apelidado de “Síncroni”, este mesmo aí, na foto em questão. E só para citar: a amiga francesa não “acredita” em sincronicidades… Porém, ao nosso lado na rua, sentado em outro banquinho, um senhor bêbado começou a reclamar da França alguns minutos após começarmos a conversar: “Morei dez anos naquela porcaria. Os franceses têm que morrer!”. Sincronicidade ou acaso?… Ao escolhermos um determinado dia e hora, ao nos sentarmos, sem saber, ao lado de alguém que “aleatoriamente” havia morado na França e que expressava a sua indignidade alcoolizada aos brados, a sincroniciddae foi feita aos olhos do nosso boneco, o “Síncroni”.  A probabilidade dessa “coincidência” ocorrer, pode-se prever, é muito pequena. Mas a francesa não deu o braço a torcer.

Córsega.

Uma ou duas semanas depois, fui à praia com outras duas amigas. Do nada surgiu uma moça francesa que nos pediu para olhássemos a sua filhinha durante um tempo, em um banco de praia, para que ela trocasse a roupinha da menina, que nos olhava encantada, com sorriso sedutor de criança esperta e curiosa. “Ela é quase carioca”, a mãe disse com forte sotaque, “ela veio para cá com dois meses de idade”. Logo depois, a mãe e a menina partiram, nos deixando uma forte impressão de que o encontro fortuito “não havia sido à toa”.

 

Hoje, no dia em que escrevo este texto, sexta de manhã, uma vizinha amiga me liga para falar do ensino inadequado de um famoso colégio católica da zona sul carioca. E como não poderia deixar de ser, ela quer que a filha inicie 2013 em um outro colégio com uma pedagogia mais ampla e que estimule a criatividade e o pensar, e não que imponham à sua filha, uma didática incorreta.

“Precisamos de ensino gratuito de qualidade”, afirmou indignada e eu corroborei.

A amiga falou que as mães que ela conhece, de boas famílias cariocas, reclamam do ensino, mas não retiram os filhos do famoso colégio pela praticidade e proximidade e principalmente, pelo status que o nome da instituição proporciona aos mesmos.

“Minha filha já fez prova para a escola X e passou”, ela me disse. “Não quero apenas o “melhor” para ela, mas que ela se torne uma cidadã independente e consciente.”

Essa vizinha é descendente de franceses vindos da área da Alsácia-Lorena, famosa por ser um local de “passagem”, desejado pelas nações limítrofes. E certa vez, quando ela esteve em Paris, pedi que gentilmente fizesse para mim, uma prece e um pequeno ritual de mentalização próximo ao túmulo de um grande personagem histórico: Napoleão. Isso bem antes de eu ter conhecido a francesa da Córsega.

Alsácia Lorena

Enquanto eu falava com a amiga ao celular, decidi ir a uma loja perto de casa, para saber se haviam encontrado um pacote que eu perdera no dia anterior. Mal a ligação da amiga terminou, ao meu lado, havia uma moça que falava com algum sotaque: era francesa. Ela me disse que está no país há dez anos e que é natural da Bretanha.

Bretanha, região separatista.

A francesa da Bretanha aguardava a filha para levá-la ao colégio.

“A escola X”, a francesa me disse.

Era a mesma escola que a amiga, descendente de franceses, me falava há menos de dez minutos.

Como escrevi anteriormente, os encontros em nossas vidas, dependem, também, de nossas escolhas, que podem ter sido sido feitas, quem sabe, há séculos. Isso se você acreditar em vida além da morte. E os encontros indicam escolhas, inclusive para sua vida. Você precisa ser francesa, descendente ou não, e mãe para querer o melhor para você e os seus? Você privilegia o estudo que te faz evoluir ou o status e a aparência sem conteúdo?

As pessoas têm medo da ousar e admiram a ousadia dos vencedores. A maioria tem medo da liberdade e clama por liberdade. A elite local endeusa o ensino dos países estrangeiros, que dizem, é o mesmo para todos mas não querem ver aqui no Brasil, os sem-privilégios, educados de igual para igual.

Ser um “ser espiritual” nos cobra um pedágio simples: pratique a sua FÉ. Isso não quer dizer abusar de radicalismos excessivos, mas praticar a fé diária em todos os aspectos da vida.

Essa é a lição francesa expressa na própria bandeira: Liberdade (Liberté), Igualdade (Égalité) e Fraternidade (Fraternité). Tanto faz a ordem ou a sinceridade dessas palavras: quem tem que fazer a diferença é você, inspirado – ou não – pelas sincronicidades.

Curiosidade: França Antártica em 1555 na Baía de Guanabara (ver análise do mapa no site de astrologia Constelar: http://www.constelar.com.br/constelar/165_marco12/rio-de-janeiro.php)

Sincronicidades de 27 de SETEMBRO a 6 de NOVEMBRO de 2012.

As sincronicidades não cessam, e te acompanham diariamente. Se eu tentasse escrever um livro de relatos sincronísticos a cada seis meses, mesmo assim eles estariam velhos em um passe de “mágica”. As sincronicidades são mais ágeis do que este teclado: elas se multiplicam em número e qualidade a cada instante. Questões de pelo menos 15 anos de minha vida estão sendo sanadas e encaminhadas em apenas um ano: 2012, o ano das resoluções.

Neste texto de hoje, por uma questão sequencial, dou continuidade ao texto anterior “Razão de Alegria”, sobre o nome do meu filho, Gael, antes dele ter encarnado a 28 de Setembro de 2012.

Desculpem-me pelo longo texto. Digito incorporado pela força do amor.

Quem leu meu livro “Mágica Vida Mágica”, deve se lembrar de que várias sincronicidades me indicaram, muito claramente, de que haveria um encontro futuro com a capital do país, Brasília. Relato várias “coincidências” muito poderosas que me conectavam à figura do Presidente Juscelino Kubitschek, fatos ocorridos entre 2006 e 2008. Em 2008, eu nunca teria imaginado que essa ligação me indicava que eu seria pai de um brasiliense em 2012. O preâmbulo ocorreu em 2009 com dois encontros fundamentais: com a mãe do meu filho em Brasília e o encontro com o médium Waldo Vieira em Foz do Iguaçu, que pouco conversou comigo, mas muito me disse.

Perto da data do meu nascimento, no dia 27 de Agosto de 2012, Waldo Vieira “recebeu” alguns artistas americanos “desencarnados” (linguagem espírita) que cantaram a canção Sealed With a Kiss. Se quiserem ler este texto daqui em diante, ao som desta canção, estejam à vontade. Sintonizem-se.

No dia do meu aniversário, 28 de Agosto de 2012, conforme texto publicado anteriormente neste blog, as sincronicidades ocorreram uma após a outra, e cada uma mais singela do que a anterior. Reproduzo uma passagem:

“À noite, em casa, um amigo médium me liga para dar os parabéns. Tava na cara, que era só um preâmbulo. Já devo ter escrito sobre esse amigo, que anos após o desencarne de minha mãe, ele a viu aqui na sala de casa, muito chateada comigo, porque eu ainda estava triste porque ela havia partido. O engraçado é que mamãe era católica (e ainda deve ser) e não acreditava em vida após a morte. O amigo me falou que já estava há um tempo querendo me transmitir algumas mensagens, mas que havia aguardado um pouco, para eu terminar um trabalho recente, e não me atrapalhar.  Era uma mensagem de mamãe (desencarnada há 6 anos). “Estou muito orgulhosa de você, meu filho. Você está fazendo a coisa certa, gosto muito de vê-lo junto ao seu irmão. Mesmo que suas decisões não sejam compreendidas, saiba que você soube ouvir e seguir o caminho certo. O tempo sanará as coisas. Tudo dará certo, já deu certo.””

No dia 27 de Setembro de 2012, no final da tarde, entreguei um trabalho à uma editora no bairro de Copacabana no Rio de Janeiro. Fomos eu e o designer do livro juntos. Os profissionais que nos atenderam, que não conhecíamos, nos disseram que jogam bola com os donos de um estúdio de gravação, onde eu havia trabalhado no mês anterior. “Mundo pequeno”, ri da situação. Como também estávamos falando de música citamos dois artistas. Descemos da editora, eu e o designer e fomos tocar uma coca-cola em um botequim do outro lado da rua. Havia uma máquina de jogo e um monitor: ambas as bandas que citamos na editora, na mesma hora, ali no bootequim.

Quando chego em casa à noite, recebo o recado que meu filho nasceria no dia seguinte de manhã, na manhã de 28 em Brasília, exatamente um mês após o meu aniversário, e menos de 20 horas após ter finalizado um longo trabalho que me consumiu durante meses. Era o fim de um ciclo dando início a outro, em oitavas mais elevadas.  Tudo sincronístico, tudo matemático.

 Até aquele momento eu não tinha certeza de que meu filho se chamaria Gael, mas no meu íntimo eu sabia que esse nome havia sido escolhido por Deus,  por causa do que foi relatado no texto “Razão de Alegria”.  E quando Gael “avisou” que encarnaria no mesmo dia 28 (leiam postagens anteriores sobre a importância deste número em minha encarnação), meu coração se encheu de amor. Tive a certeza de que a chegada de meu filho no planeta marcaria a morte do “meu” Eu anterior, algo que desejei ardentemente, e que finalmente se realizaria. Há noite, ao tentar dormir, tenso, minha cama e meu corpo tremeram sob um raio de luz que se materializou em meu quarto atingindo meu peito. O calor aumentou desproporcionalmente e a cama foi sacudida. Quando emprego os olhos espirituais, senti a presença materna desencarnada há 6 anos, ela estava feliz e me deu suporte nesse momento tão importante. “Estarei ao teu lado, meu filho”, a energia vocalizou.

Acordei muito cedo, sem ter conseguido dormir. Consegui resolver várias questões em tempo recorde para poder viajar no dia 28 de Setembro, pois meu filho não nasceria em minha cidade. Um grande amigo me ligou oferecendo ajuda e estrutura, nem precisou, mas a conecção e o carinho dele ajudaram muito. Ele se comunicou comigo por intuição, me dando forças em um momento em que eu estava praticamente sozinho. Liguei para meu irmão várias vezes, pois ele havia prometido ir em casa na manhã do dia 28, mas ele não dava notícias. Precisava avisá-lo da viagem, mas ele não atendia aos telefonemas. No aeroporto, encontro uma das famílias para quem dou aula… Estranha e improvável coincidência. Esse foi um dos primeiros recados do mundo oculto.

Na hora “H”, entrei no avião, e em meu assento, o celular tocou: uma amiga me liga chorando para me avisar que minha mãe estaria comigo no hospital. Ela confirmou o recado recebido de madrugada. Chorei muito, bastante emocionado e pouco a pouco me senti envolto por um abraço e carinho celestiais para que eu não desabasse antes da hora. Pergunto pelo celular se meu filho havia nascido: ele havia encarnado às 9h47 da manhã enquanto eu estava na fila de um banco, pagando pela passagem e hospedagem. Já no avião, que ainda não decolara do Rio de Janeiro, o celular toca mais uma vez: era meu irmão. Ele estava em um hospital, na emergência. Naquele momento, supliquei a Deus para que Ele não levasse o meu único irmão, para em troca, me dar o meu primeiro filho.

Já em Brasília, na maternidade, segurei meu filho em meus braços. Senti minha vida toda fazer sentido, ter enfim chegado o grande momento, à razão de ser e de estar neste planeta. Agradeci  a oportunidade, agradeci à mãe, que dormia, por ter-lhe dado o corpo físico. Meu bebê não abria os olhos, estava em sono profundo. Senti-o, tão leve e desprotegido, mas tão forte ao mesmo tempo. Não desabei, o que seria natural, mas senti que havia alguém comigo, alguém me amparando naquela sala… Os exames prévios haviam detectado a possibilidade dele ter nascido com rim policístico. Isso preocupava a todos. Então, ouvi uma voz ordenar: “Pouse sua mão sobre ele que vamos operá-lo” e foi o que fiz. À noite, o médico confirmou que o menino não tinha mais nada.

Gael, primeiras horas de vida.

No dia 2 de Outubro, rezei em algumas igrejas, incluindo a Catedral de Brasília, que tem uma vibração muito poderosa, e agradeci pela cura do meu filho.

Na Igreja de Dom Bosco, reparei em uma imagem que estava com um cajado. Me aproximei. O anjo do Gael é uma Virtude: categoria angelical, cuja atribuição é orientar as pessoas a respeito da sua missão e cumprimento do karma. Raphael é o Príncipe das Virtudes, auxiliador dos trabalhos de cura. Raphael deverá remediar os males da humanidade. Ele é representado por um Anjo segurando um bastão.

Bastão.

Quando estava na Praça dos Três Poderes, no dia 2, reparei em um discurso de Juscelino, estampado no monumento: era do mesmo dia, 2 de Outubro, só que de 1956. Mais “coincidências”…

2 de outubro.

No templo da Legião da Boa Vontade, vi as cartas do tarot de Brasília e as associei aos locais. Foram respostas intensas.

A Carta 1 – O Mago – O Congresso.

A Carta 5 – O Papa – A Catedral.

A Carta 12 – O Enforcado – Juscelino.

A Carta 13 – A Morte – O Mausoléu de Juscelino.

A Carta 20 – O Julgamento – A Praça dos Três Poderes.

A Carta 1 – O Mago – O Congresso.

Em seguida, ainda em Brasília, tirei o CPF do Gael e o número 28 estava lá, presente. Na saída, vi um táxi por perto, cujo número era 28.

Táxi 28.

Retornei ao Rio, na primeira semana de outubro. Um amigo de Manaus, que estava de passagem na cidade, marcou um encontro. Antes de encontrá-lo, um outro querido amigo, carioca, me liga para perguntar sobre o meu filho. Esse amigo é um médium que viu minha mãe desencarnada e que transmitira mensagens recentes dela, antes do encarne do Gael. À espera do amigo de Manaus, o amigo carioca se emociona com o nome do meu filho, que é também o nome de um filho dele: Gael. Eu não sabia… A gente se conhece há uns 15 anos, creio, e nunca imaginaríamos que a vida nos ligaria dessa forma… Ele começou a chorar ao telefone e eu contive as lágrimas do meu lado.

O amigo de Manaus chegou ao encontro, logo depois do telefonema, e me apresentou uma amiga, outra viajante cósmica. À noite, nós três, em um restaurante, vivemos uma forte experiência mediúnica. Eu e meu amigo já temos um histórico de juntos, aumentarmos o número de sincronicidades. Ao nos juntarmos à viajante cósmica, a bobina só faltou explodir.

Pouco tempo depois, meu amigo de Manaus tornou a ligar, já em Manaus, para dizer que decidira vir morar no Rio, após uma série de reflexões e intuições poderosas. Como ele tinha como fazer essa mudança em pouco tempo, por ter a estrutura necessária para isso, ele simplesmente comunicou à família e no trabalho que mudaria. O gerente da agência bancária do Rio para onde ele virá, “por acaso”, reside no mesmo prédio da amiga viajante cósmica. No mínimo, uma “coincidência” absurda. E quando ele me liga no dia 21 de outubro, para me contar essa história, começou a cair um pé d´água no Rio, logo após eu assinar uma procuração para resolver uma questão pessoal e no mesmo horário no qual uma ativação/mentalização mundial estava ocorrendo, sem que nós dois soubessemos.

Horário da ativação: 22:30 BRT outubro 21 ª (Rio de Janeiro)

Entre o final de Outubro e o início de Novembro, voltei a um supermercado perto de casa, para trocar latas de leite em pó que havia comprado para o meu filho. Próximo ao balcão com a nota fiscal em mãos, uma atendente chamou a outra: “Lindalva!”.

Esse era o nome de minha mãe. Gelei! Mamãe está de certa forma, presente, de olho em tudo o que se relaciona ao netinho.

No sábado dia 3 de Novembro, sem motivo “aparente”, cismei de ver no You Tube o diretor Martin Scorcese falando sobre o diretor brasileiro Glauber Rocha. Deveria fazer outras coisas “mais importantes”, mas não conseguia. No domingo dia 4, de manhã, conversei com um amigo sobre Glauber ao telefone. Prosseguia desatento, sem foco e desci para fazer algumas compras necessárias para casa, na verdade para minha saúde: um travesseiro ortopédico e um colchão. Minhas costas e meu braço estão me “matando” e eu sempre ocupado em pagar contas, desleixado da saúde. Decidi agir. Voltei da rua no finalzinho da tarde, liguei a TV e o computador para trabalhar. TV, hoje em dia, serve na maior parte dos casos, para não me deixar com sono, mas eu não faço muito esforço para assistir alguma coisa. Tentei, mas quando chegou a hora do Fantástico, literalmente não aguentei mais. Me perguntei: “Sou tão alienado para ver isso?”. Como a resposta foi não, mudei de canal. Futebol, nunca e segui em frente. Há coisa pior e mais máscula do que futebol na TV no domingo? Digitei o canal 82 para ver se havia algo útil no History Channel (nunca vejo a programação, me deixo guiar pelo acaso, sempre). Atenção: 82 ao contrário é 28 e esse é um canal sobre história, “sincronicidade” que rege a minha vida.

Digitei 82 errado e “sem querer”, caí no canal 8, TV Senado (de Brasília) em que estava sendo exibido um documentário sobre Glauber Rocha. “Pressinto a morte como Castro Alves”; “Tenho medo de ficar triste como gado berrando sob o sol” (Antonio das Mortes); “Estou no começo da vida mas não sei se resisto”, ouvi.  Para mim, era a própria morte do “meu EU” anterior.

Fui “tentar” dormir na segunda dia 5 de Novembro, e fiquei horas rolando na cama. Ao conseguir, quase dormir fui transportado através de um sonho onírico: estava sentado em um banco de pedra, em forma de trono, que existe mesmo, no qual costumo meditar, na Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro. Não estava propriamente dormindo, pois me sentia consciente, entre acordado e sonolento. Esse banco havia se transmutado em um trono de ouro puro, muito brilhante que emitia a energia de um imã poderoso. O trono resplandecia com fortes raios de luz dourada à beira da Lagoa, que deixavam meu corpo refletindo o dourado de uma coloração muito mais real do que seria em nosso plano. Foi uma visão linda. Os 4 elementos da natureza comungaram ao pés da Lagoa, ainda envolta pela escuridão da madrugada. Ao virar o rosto à esquerda, vi, mais acelerado do que o usual, entre as montanhas, o sol nascer majestoso, com raios expelidos de sua auréola. Então, ao virar o rosto para a frente, o número oito, surgiu pairando em pleno ar. Um raio elétrico, azul, corria pelas suas curvas. Quando as duas eletricidades vivas se encontravam no centro do 8, a luz faiscava, como uma solda elétrica, em forma de explosão em um amarelo vivaz.

Na verdade, o número era uma lemniscata: o “oito deitado”, o símbolo do infinito. Adotada por diversas linhas espirituais, ela simboliza, para os rosa-cruzes, a evolução quando observada de dois lados: o fisico e o espiritual. Um dos anéis de lemniscata é a jornada do nascimento à morte, o outro da morte ao novo nascimento. O ponto central é considerado o portal entre os dois mundos.

O oito refulgente começou a girar em seu eixo central até se tornar um círculo de fogo, de luz e ouro.

Acordei com uma sensação indescritível.

 

A cada novo mês, me desconecto mais de quem fui há 50 anos, a minha idade física atual na Terra. Meu corpo está sendo transmutado para uma nova realidade na qual o personagem, a persona anterior não tem mais função. É um processo bastante conhecido, mas pouco vivido, e bastante lido em textos dos livros iniciáticos. Nossos corpos estão sendo preparados para assumirmos novas missões que prosseguirão com amor em 2013.

Desfrute dessa oportunidade de transmutação.

 

Abro meu coração e vida para os leitores sem receio de julgamentos (Carta 8). Descarregue o peso extra que curva seus ombros e abra-se ao jogo da vida, compreenda o andamento das peças, e encontre a plena liberdade com a consciência plena.

Dê chance às sincronicidades, permita que elas se comuniquem contigo. Elas serão a Tua voz interna em comunhão com o Teu Eu, não com o Eu do Ego, mas através do Eu da Consciência Plena e assim Você Será somente e apenas UM, em estado de comunhão, uno com o universo.