Escolha A

ESCOLHA A

Hoje.

Vi  um DVD na mesa da sala de uma amiga as 10 da manhã. Ela me perguntou se eu queria levar emprestado para assistir. Agradeci, mas disse não: “Meu aparelho de DVD quebrou e não gosto de assistir nada no computador”. 6 horas depois em casa, ligo a TV e sem querer, assisto ao mesmo DVD, exibido na TV. No final do filme, vejo uma parte que me explica o por quê desse filme vir até mim. Comecei a chorar.

Não houve como não me emocionar.

 

Bem, vamos à coluna de hoje.

 

Sumi de cena durante alguns meses por questões pessoais, questões tão sérias para mim, como descobrir que os Maias, de fato, estavam certíssimos ao profetizar sobre o fim do mundo em 2012. E como todos sabem, ou intuem, amigos e leitores, não há fim ou começo. No fim está o seu princípio. Não há luz e trevas, erros e acertos, vida sem morte, nascimentos sem conflitos.

Só HÁ.

Em setembro do ano passado, falei para alguns amigos, meio na intuição e entre risos: “Exatamente daqui há um ano serei rico”.

E a intuição deu certo. Daqui a alguns meses, entre meu aniversário em agosto de 2012 e o mês seguinte, um ano depois da “profecia”, minha vida será brindada com uma novidade revolucionária. Quando falei por falar, era apenas uma profecia misturada a desejo, uma esperança transformada em ação. Em setembro de 2011, meu coração intuía o resultado, apenas intuía, e me deixei levar. Como tudo nesta vida, não há luz sem sombras e sombras sem luz. E há várias formas de riqueza.

A vida é maravilhosa.

Como sou uma pessoa mais vulcânica do que pacífica, não é muito fácil para mim ver o futuro claramente entre aspas e desassossegos, de forma passiva. Eu tento agir meio na teimosia, intuído, mas sabendo que o resultado de 2 mais 2 provavelmente será 4, porém com o sabor quântico de 4,5. Acredito que as pessoas que não esquentam a cabeça, vivem “melhor”, mas também não podem chorar por não terem tentado. E assumo que choro muito, sempre chorei, sou lágrimas de dor e alegria. Enfim, “há muito mais coisas entre a capital e a ex-capital, do que supõe a nossa vã política”.

Apesar e por quase de 2012, as sincronicidades não me deixaram em paz, graças a Deus, apesar de eu andar engessado há meses.

Como citei antes, passo por uma grande transformação. Em direção a uma escolha, como a de Sofia. Poderia ser mais fácil, bastaria escolher, mas nem sempre é assim. Toda decisão é revolucionária, amparada pelo destino ou pelas dificuldades, por pedras ou flores no caminho. E a escolha é um simples sim ou não. A ou B.

O destino, as sincronicidades, não apenas me forçam a escolher uma opção claramente, mas também me aconselham que os meios para a escolha se concretizar estão a caminho.

Dia 1 – Encontrei um velho conhecido no metrô anteontem. Não o via talvez há dez, quinze anos, não sei.  Ele conversou comigo, contou algumas histórias e em meio a vários papos, ele colocou a mão em meu ombro e me disse: “Escolha A”. Há noite, algumas horas mais tarde, encontrei um amigo. Conversei sobre a situação com ele. Uma desconhecida se levantou por trás dele, sentada em outra mesa, passou ao meu lado e tocou meu ombro (o mesmo gesto de horas antes) e me disse: “Desculpe, mas eu não pude deixar de ouvir a conversa de vocês. Sou médium espírita. Escolha A”.

Dia 2 – Voltando para casa, senti que era para dar “uma passadinha” no correio do meu bairro. Fui atendido por uma pessoa que sempre converso, a  Claudinha. Ela me perguntou se estava ocorrendo algo, falei por alto e ela parou para falar comigo, compenetrada, e deixou os clientes para lá. A nossa conversa era mais importante. Ela me aconselhou: “A”.

 

“Isto não é o fim. Não é sequer o princípio do fim. Mas é, talvez, o fim do princípio.”  Winston Churchill.