POEMA DA SUPER LUA

“Não sei o que quero, mas pressinto que já consegui”

Quem é a minha família?

O que é a minha família?

A Lua cheia, minguante e crescente

Um coração gigante de mãe

Iluminado

Lá encontrei a minha família: o mundo, o céu, as estrelas

Antes eu buscava e achava que sabia o que queria, realmente acreditava

Possuía ou acreditava possuir uma visão e um foco claro, depois esses objetivos perderam a importância

A vida te obriga a perder a pureza para reconquistá-la

É o preço da compreensão

Antes o que era sólido virou poeira

Do pó vieste, para o pó voltarás

Aprendi a prestar atenção, não nos momentos, nas fases, nos “altos e baixos”

Mas na linha mestra: sempre há uma linha, pelo menos uma, que te liga do início ao fim

Início de onde?

Que fim?

De você mesmo?

Do mundo?

Certamente 2011 mudou, muito, para uma Lua gigante

Para uma Super Lua

Um Super Mundo

Queira Nietzche ou não

A Lua encanta

Canta

Se muitos ou poucos ouvem a melodia, não sei

Está tudo no ar é só pegar

Nada nos  pertence

O resto é ilusão

Morrerei campeão ou derrotado

Tanto faz, são apenas palavras

Títulos que agradam a Homens

E Mulheres

Mas creia-me: só compete a mim a competência de dizer SIM

De erguer a taça do meu coração

Tantos aplausos não de Homens… ou Mulheres

MAS de Querubins

Esses Sim

Esses SIM

Creio que a balança pendeu para um dos lados e voilá: não caí

NÃO caímos

ENFIM

Por que será?

Tadim de mim?

Que NADA

Os próximos capítulos são agora

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